Identidade Sexual: Providência ou Preferência?

 Por Pr. Valdeci Santos

No primeiro semestre de 2017 o Fantástico apresentou uma série de quatro episódios sobre as escolhas e dramas de indivíduos transgêneros. A reportagem se chamou “Quem sou Eu?”e enfocou diferentes fases na vida de pessoas que sentem que nasceram no corpo errado e estão em contínua busca por sua identidade. Conquanto os idealizadores da série possam ter tido a boa intenção de trazer esclarecimentos sobre o assunto, ao final restaram inúmeras indagações e confusões para os telespectadores.[1]

Discussões sobre transgêneros se tornaram populares nos últimos dias e movimentam a mídia ocidental. No cerne do debate está a distinção comumente aceita entre “orientação sexual” e “identidade sexual”. Nesse sentido, identidade sexual diz respeito a quem a pessoa é, enquanto que orientação sexual consiste da atração do indivíduo por outra pessoa. Dessa maneira, quando um homem (identidade sexual) se sente atraído por outro homem (orientação sexual), ele se identifica como homossexual. Todavia, não é assim que funciona na teoria explicativa dos transgêneros.
A explicação apresentada para o fenômeno dos transgêneros é que eles receberam um gênero no seu corpo com o qual não se identificam. Essa identificação ocorre ANTES de haver qualquer atração sexual por outra pessoa. Em outras palavras, a escolha não é determinada pela inclinação sexual, mas pela identidade da pessoa. A fim de respaldar essa explicação, os defensores dessa teoria geralmente afirmam que “pesquisas demonstram” que o corpo da pessoa é formado no terceiro mês, enquanto que a identidade de gênero acontecerá somente por volta do quarto mês de vida. Segundo esse argumento, a fonte dessa confusão é um mero descompasso biológico. Nesse sentido, o transgênero não possui qualquer poder de decisão ou escolha sobre sua condição.
Do ponto de vista analítico, a teoria explicativa geralmente apresentada na literatura sobre identidade de gênero é nebulosa e difusa. Por exemplo, a argumentação se fundamenta em “pesquisas” sem apresentar quais são essas pesquisas, como elas foram conduzidas, qual o grau de cientificidade das mesmas etc. Além do mais, o ponto de vista teórico passa a ser visto como uma verdade comprovada e inquestionável. Nesse caso, a popularidade da explicação se deve ao uso do jargão e não da argumentação (como diria o Coisa Ruim).[2]A força da propaganda parece esvaziar o diálogo, pois sem a possibilidade de argumentação contrária, o público só fica com a alternativa de acatar o discurso!
Contudo, considerando tudo isso sob a ótica do evangelho há muito mais a ser dito.Primeiro, que essa questão não é irrelevante para ninguém, muito menos para os cristãos. O assunto não diz respeito ao universo abstrato, mas a pessoas de carne e osso, criadas à imagem de Deus e, portanto, com valor intrínseco. Além do mais, esse é um assunto que se encontra no topo de toda a lista relacionada às tendências culturais de nossa época. A fim de expressar e compartilhar a fé cristã nesse contexto, é necessário dedicar a devida atenção a esse tópico.
Também, é necessário observar que a busca do transgênero envolve algo mais do que sexo. Ela diz respeito à procura de uma identidade por quem se sente desconectado e confuso. Logo, não deveríamos nunca zombar ou menosprezar o sofrimento de alguém que luta com desordens quanto à identidade ou orientação sexual. Afinal, o cristão, mais do que qualquer outra pessoa, possui a ciência de que o todo ser humano após a queda se sente desconectado da realidade para a qual foi criado. Essa desconexão se manifesta de inúmeras maneiras em diferentes pessoas. Assim, sempre que nos deparamos com alguém angustiado por esse sentimento, nossa primeira reação deveria ser a expressão da misericórdia!
Em terceiro lugar, é necessário compreender que no centro da discussão sobre gênero, identidade e orientação sexual se encontra a definição sobre o que significa, de fato, ser humano. Num mundo de tantos avanços e conquistas de direitos e liberdades, é possível que em determinados momentos se esqueça que ser humano significa ser criaturas. O fato é que a ênfase em prol da autonomia humana é tão forte que somos levados a viver como se fôssemos senhores do nosso destino. Todavia, ser criatura significa que temos significado, mas também limites nessa vida. Nesse contexto, a verdadeira liberdade só pode ser obtida por um viver de acordo com os limites da criação. Qualquer coisa diferente disso pode ser danoso ao indivíduo e à sociedade. Especialmente quando os investimentos por uma autonomia são fundamentados em pressupostos tão frágeis como alguns jargões contemporâneos.
Além do mais, o ensino bíblico sobre sexualidade deixa claro que gênero é definido pela providência e não pela preferência. Em outras palavras, identidade sexual não é uma questão de decisão pessoal, mas do desígnio de Deus para suas criaturas. Essa verdade pode ser especialmente percebida no texto de Romanos 1.19-28, pois o apóstolo Paulo ensina que assim como a natureza revela algumas verdades sobre Deus, ela também o faz com respeito à sexualidade humana. Nesse sentido, a natureza é um dos métodos divinos para ensinar o que todo ser humano deveria preferir: conhecê-lo como Deus e atribuir-lhe glória, bem como exercer a sexualidade segundo ele estabeleceu por sua providência! Assim como a natureza física revela algo sobre a natureza de Deus (divindade, poder e sabedoria), ela revela algo sobre a natureza de cada gênero!
Finalmente, é mister notar que a expressão da sexualidade está intimamente conectada à religiosidade de cada indivíduo. No texto de Romanos 1.19-28, Paulo afirma que aqueles que não adoram e nem reconhecem Deus acabam adorando a criatura ao invés do Criador, ou seja: eles viverão como se fossem autônomos, prestando obediência e honrando seus desejos ao invés da vontade divina. Nesse sentido, a rejeição dos bondosos desígnios de Deus revelados na criação acabam sendo uma rejeição ao próprio Deus em favor de uma idolatria à vontade humana!
Concluindo, qualquer pessoa repleta de bom senso compreenderá que o assunto é mais complexo do que uma meditação rápida sobre o assunto. Todavia, qualquer pessoa repleta de bom senso concluirá que é melhor uma meditação rápida do que o silêncio e a ignorância de um assunto tão importante! A minha esperança é que esse breve ensaio contribua para sua reflexão pessoal e desejo de recorrer às Escrituras para um estudo mais aprofundado sobre o tópico.

[1]Disponível em:http://especiais.g1.globo.com/fantastico/2017/quem-sou-eu/ Acesso em 13.07.2017.

[2] LEWIS, C. S. As cartas do Coisa-Ruim, 1982, p. 20.

Fonte: Pastoral #58 IPB Campo Belo

14 de junho de 2017

O Pai Nosso – parte 2


“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”

A primeira parte da oração do Pai nosso começa com o foco em Deus: “teu nome, teu reino, tua vontade”. Como vimos no estudo anterior, esse entendimento de ir ao Pai com o coração disposto a viver para Ele e colocar nossas necessidades pessoais em segundo plano é essencial então, no estudo de hoje veremos: “…venha o teu reino;…”. Nosso entendimento sobre reino é muito limitado visto que vivemos num regime de governo democrático que significa: governo do povo. Sendo assim, falar de um reino ou de um rei nos leva mais às imagens dos castelos e das roupas majestosas que de fato o entendimento de como um reino funciona. Deus criou a terra e tudo o que nela há, depois criou o ser humano à sua imagem e semelhança e partilhou com esse homem o domínio sobre toda a criação. A idéia era que esse homem reinasse na terra segundo os princípios de seu Criador mas ao rebelar-se contra Deus, o homem diz que deseja levar o seu reino adiante sem precisar se sujeitar ao soberano Rei e Criador. Isso conduz esse homem à morte e agora com o coração infectado pelo pecado passa a destruir a criação e colocar todo seu desejo de domínio sobre o que não deveria ser dominado: outro homem. Se pelo próprio ser humano esse caos se estabeleceu, outro ser humano deveria dar um basta. Foi então que Jesus veio em carne, em forma humana, para como homem restabelecer o Reino de Deus que terrenamente havia sido usurpado pelo pecado e pela morte. Jesus dizia: é chegado a vós o reino de Deus. Isso significa que Jesus esvaziou-se de sua glória divina, assumiu a forma humana e como homem viveu 100% a vontade de seu Rei e Pai. Em sua vida, morte e ressurreição quebrou o império do pecado e da morte, estabelecendo o Reino de Deus e nos dando a graça real de ter esse mesmo reino dentro de cada um de nós. 

Textos relevantes: Lc 11.14-24, Lc 13.18-21, Lc 22.41-42, Fp 2.5-10, Ap 4.1-11

Percebeu ? 

– “…venha o teu reino…” – Somos pequenos reis e rainhas do reinozinho de nossa vida que nos foi dado por esse Rei maior a quem pertence tudo e diante de quem todos iremos prestar contas um dia. Uma vez que reconhecemos o caos a que chegamos em nosso reinado, precisamos clamar: venha o teu reino! O reino de Deus se estabelece em nós quando entregamos nossas coroas diante do trono dEle em sinal de arrependimento, reconhecendo o preço alto que foi pago na cruz e rendendo-nos ao senhorio de Cristo em nossa vida. A partir disso, o Espírito Santo que é o espírito do Rei Jesus, vem habitar em nós para implantar toda a cultura do Reino de Deus em nossa vida conforme a Palavra de Deus (Constituição do Reino) e através da vida de serviço e comunhão dos santos que é a igreja. Cada vez que oramos “venha o teu reino”, estamos dizendo ao Senhor que percorra todo território e área da nossa vida eliminando os focos insistentes da antiga rebelião e nos conduzindo pelo seu poder a obediência ao Pai dos céus. Uma vez que essa obra de colonização está acontecendo dentro de nós, naturalmente nos tornamos agentes e embaixadores (2Co5.20) desse reino onde estivermos. 

– Triunfando sobre o pecado e a morte, Jesus traz o Reino eterno de Deus à terra e reconcilia o homem com o Pai do céu (Jo14.6). Muitos sabem o que Jesus fez no calvário mas continuam vivendo em orgulho e soberba ignorando a convocação do grande Rei. Ao orar, Jesus apresenta não apenas um desejo de ver o reino de Deus, mas principalmente uma entrega pessoal onde, a começar nele e a partir dele o Reino de Deus viria a terra mesmo que isso lhe custasse a própria vida. Como seguidores de Jesus, devemos como no exemplo dEle dizer: reina sobre mim Senhor e que a partir de mim o teu reino se espalhe e alcance minha família, meu bairro, meus colegas no trabalho, na faculdade e que todos possam descobrir como é maravilhoso viver para ti.

Provocações e Implicações

– Leia Ap 17.14 e discuta no grupo o que você entendeu sobre: “Rei dos reis”

– Temos muita facilidade em enxergar e criticar os erros do governo, do síndico do prédio, do ator da novela, do marido ou esposa, do patrão, das pessoas que andam aprontando em desobediência a Deus mas, quando se trata de enxergar e trabalhar a desobediência e corrupção dentro de nosso próprio coração, emudecemos. Se clamamos pelo Reino e o invocamos dizendo “venha”, o primeiro lugar que ele deve se estabelecer é em nós. 

– O reino é tudo o que está no domínio de um rei. Que áreas em sua vida, o Espirito Santo ainda está colonizando para estabelecer o Reino de Deus? Que dificuldades tem encontrado?      

30/08/2013

Veja a Parte 1 desse estudo

Veja a Parte 3 desse estudo

O Pai Nosso – parte 1

 “Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!” Mateus 6:9-13

Oração é conexão com nosso criador, Deus e Pai. O orar está para a vida espiritual qual o respirar está para a vida física. Jesus andava ligado no Pai 24h por dia, orando no espírito em todo tempo e se afastando das interferências para momentos particulares de busca. Não consigo imaginar Jesus partindo para o seu dia antes de buscar a comunhão e a agenda do Pai pra ele. Os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar então Jesus, de maneira simples e clara, quebrando toda a articulação e complicação religiosa que produz os que se acham detentores do acesso, deixa um ensino para os seus discípulos: a oração do Pai Nosso. Muitos de nós certamente sabemos falar essa oração ou aprendemos em forma de reza por nossos pais, avós, ou numa igreja ou centro espírita. O que não sabemos é que Jesus deixou essa oração não para a mera repetição exaustiva, mantra ou uma seqüência encantada de palavras mágicas para mover Deus, mas sim como uma base de conteúdo e caráter riquíssimos para nossa vida de oração. Iremos meditar parte por parte nos próximos estudos. Vejamos hoje: “…Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;…” 

Textos relevantes: Lc 11.2-4, Jo 16.24, Tg 4.1-3

Percebeu ? 

– “…Pai nosso…” Pode parecer simples pra nós mas, começar uma oração chamando Deus de Pai foi certamente uma revelação que mudaria para sempre a maneira de pensar na forma de se aproximar de Deus. Pai, mostra a maneira carinhosa, amorosa e tranquila pela qual a oração deve caminhar, um sentimento de aproximação, intimidade e pertencimento de um filho que se achega para o pai na certeza de seu amor e cuidado. Nada de barganhas, de medo, culpa ou de auto-justificações. Sabemos que nem todos tivemos uma boa referência de pai terreno então carregamos algumas feridas mas, podemos ter a certeza de que nosso Deus é um Pai bom e perfeito que nos ama de forma incondicional e eterna, sem nenhuma das doenças da corrupção do amor. O “nosso”, mostra que não Deus é Pai somente meu. Então quando me achegar a Ele preciso pensar coletivamente não buscando apenas o meu interesse, a minha vontade mas aquilo que é de proveito comum. Não devemos nos achegar a ele e fazer pedidos egoístas, cheios de ódio, luxuria, vaidade e ostentação pois Ele é Pai nosso e nós somos irmãos uns dos outros. “Nosso”, é também um convite a orarmos juntos e uns pelos outros. 

– “…que estás nos céus,…” Ainda que nos aproximemos de forma carinhosa e íntima, não devemos perder o senso de respeito, temos, reverencia e reconhecimento desse Pai que é Deus perfeito em santidade, soberano e habita nos mais elevados céus em glória extrema. Aqui o Jesus homem apresenta o entendimento que esse Pai é espiritual, elevado e está acima de tudo e todos. (Is 66.1)

– “…santificado seja o teu nome…” Dentre as seis petições no decorrer dessa oração, essa é a primeira e não por acaso. Na verdade, todas as demais cinco dependem dessa. Jesus coloca para fora logo de cara o seu mais ardente desejo que é o de viver para a glória de Deus Pai. Já não importa morte ou vida, presente ou futuro, lutas, aflições, perseguição ou traições mas apenas que o Pai santifique o Seu nome através dele. Isso revela que se o nosso desejo mais intenso e real ao se aproximar do Pai não for reverenciar, honrar, valorizar, estimar a glória dEle acima de tudo, perdemos o sentido e a razão e começaremos a fazer uma oração é uma espécie de feitiçaria egoísta pra tentar convencer ao Pai que a nossa razão é mais que a dEle que bem que Ele poderia ser convencido a assinar embaixo de nossos planos egoístas e avessos à glória dEle. Só há vida de verdade, coisas que olhos não viram, ouvidos não ouviram e que jamais se imaginou no coração para os que o amam a ponto de se entregarem tal qual o sacrifício vivo para que a glória dele se manifeste. (1Co 2.9) . As outras petições dessa oração servem a esta primeira. Todo o universo, conspira, declara e se prostra em ato de santificação ao nome do nosso Deus e Pai.  

Provocações e Implicações

– Você já conseguiu romper as cadeias interiores que o amor na declaração “Pai nosso” anseia gerar? 

– O Pai é seu ou nosso? O que isso muda o que na maneira como vemos a Deus? E na maneira como vemos o nosso próximo? Já viram como perdemos tanto tempo debatendo sobre quem é ou não filho desse Pai, como se fossemos um teste de DNA?

– Quando você ora você vai ao Pai na disposição de que o nome dele seja santificado em sua vida? A glória de Deus é o seu alvo maior, ou você ainda está vivendo para glória de si mesmo, agarrando-se à glória deste mundo?

Alex Cosmo, Feira de Santana 25/08/2013

Veja uma live do face sobre isso:

“As escolas preparam alunos para os hospitais psiquiátricos”

Por Augusto CuryMédico relaciona o excesso de informação, a pressão por rendimento escolar e a pouca atenção para o lado emocional das crianças aos casos de suicídio ligados ao jogo Baleia Azul


O psiquiatra e escritor Augusto Cury lança nesta sexta-feira (19) uma campanha de combate ao jogo Baleia Azul. A ideia é promover nas redes sociais o debate entre jovens e também com os pais. Cury é crítico ao atual sistema de ensino e acredita que a pressão escolar, o excesso de informação e atividades está prejudicando as crianças e jovens.

Para ele, as crianças se tornaram escravas da informação e não têm mais tempo para viver a infância. Ainda que os pais, “desesperados”, assumam seus erros, ele acredita que é nas escolas que estão as grandes falhas. Ao focar unicamente no pensamento lógico, as instituições de ensino deixam de lado o controle emocional.

Foi justamente sobre gestão da emoção que Cury veio falar em Curitiba, no último dia 17, no Teatro Positivo. Em entrevista exclusiva ao Viver Bem, o psiquiatra colocou em xeque o uso da internet, que, segundo ele, está criando vícios e doenças, como a síndrome do Pensamento Acelerado, e afeta cerca de 80% de pessoas no mundo.

Como melhorar a inteligência emocional?

A inteligência emocional não está inserida no código genético, ela é aprendida. Só que nós estamos falando de uma outra inteligência agora, que é a inteligência da gestão da emoção. Inteligência emocional é como se fosse uma montanha, a gestão da emoção é você implodir essa montanha, pegar os blocos, usar argamassa, pisos, azulejos e construir os vários edifícios. E quais são os edifícios?Aprender a pensar antes de reagir, trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, proteger a emoção, gerenciar a ansiedade, se reinventar no caos, desenvolver resiliência, trabalhar perdas e frustrações, ser generoso, ser altruísta e não ser autopunitivo.

E como a internet tem influenciado na gestão das emoções?

A internet trouxe acessibilidade, expansão da produtividade, democratização das informações, mas trouxe também efeitos colaterais gravíssimos. Um deles é a intoxicação digital. Celulares podem viciar como drogas estimulantes, apresentando sintomas da síndrome de abstinência como a cocaína. Por exemplo, quando você retira por um ou dois dias o celular de um jovem que usa o aparelho por 3 ou 4 horas diariamente, ele vai ter síndrome de abstinência. Os sintomas são irritabilidade, baixa limiar para frustração, um tédio intenso, dificuldade de lidar com perdas e frustrações, transtorno do sono e, às vezes, humor depressivo. São as características básicas de uma síndrome de abstinência. E outra consequência importante: a geração minuto. Ou seja, tudo para eles têm que ser rápido e pronto. Essa geração aumentou os níveis de ansiedade numa velocidade nunca antes vista.

Como se caracteriza essa ansiedade?

É uma ansiedade que eu tive o privilégio de descobrir e a infelicidade de saber que grande parte da população é acometida por ela. Chama síndrome do Pensamento Acelerado. Pensar é bom. Pensar com consciência crítica é ótimo. Pensar demais e sem gerenciamento é uma bomba contra a saúde emocional.

Quais os sintomas dessa síndrome?

Os sintomas são acordar cansado, dor de cabeça, dores musculares, sofrimento por antecipação, dificuldade de proteger a emoção nos focos de tensão, dificuldade de conviver com pessoas lentas, transtorno do sono e déficit de memória. Se tiver dois ou três sintomas, já caracteriza a síndrome do pensamento acelerado. Essas pessoas precisam reciclar sua forma de vida, senão serão futuros pacientes de psiquiatras, médicos psicossomáticos ou de clínicos gerais.

A internet é a grande causadora de tudo isso?

A causa é, em primeiro lugar, o excesso de informação. Uma criança de 7 anos de idade tem mais informações do que um imperador romano, uma de 8 a 9 anos tem mais informações que Sócrates, Platão e Aristóteles. Em segundo lugar, o excesso de atividade. Infelizmente nós estamos assistindo a um trabalho infantil escravo intelectual. Crianças que têm tempo para tudo, mas não têm tempo para ter infância. Têm mil atividades, mas não conseguem lidar com o tédio e a ansiedade inerente à psique humana.

E qual o papel da educação, dos pais e professores, diante disso?

Antigamente, os pais nunca assumiam que erraram na educação. Agora, como digo no livro que estou lançando (“20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos” Ed. Academia de Inteligência), os pais estão tão desesperados que já assumiram que falharam. E as regras de ouro precisam ser trabalhadas na educação, caso contrário, vamos continuar no erro. As escolas preparam os alunos para os hospitais psiquiátricos. Essa educação cartesiana que bombardeia o córtex cerebral com milhões de dados está doente.

Fonte: Gazeta do Povo

Família, igreja e bebês

Esse post tem como objetivo apresentar algumas respostas objetivas a questionamentos de pais, amigos e familiares com relação ao papel da igreja quando um bebê nasce e uma breve orientação pastoral aos pais cristãos (protestantes ou evangélicos comonpreferir chamar). Deixamos claro que essas são posturas que tomamos aqui no Aprisco, mais particularmente em nossa igreja Sede em Feira de Santana, Bahia e que podem haver outras condutas diferentes de outras igrejas e denominaçoes que não necessariamente impliquem em pecado mas que podem ser uma falha de interpretação bíblica que traga derivações errôneas sobre a compreensão do evangelho de Cristo.

Devemos batizar os bebês?

A Bíblia não diz nada sobre o batismo de bebês. Não há nenhum lugar na Bíblia que diz que um bebê foi batizado. As pessoas que foram batizadas na Bíblia sabiam o que estavam fazendo e tomaram essa decisão de forma consciente. Ninguém foi batizado sem seu consentimento.

O batismo salva?

Não, o batismo em si não salva. Só a fé em Jesus pode salvar (Romanos 10:9-10). O batismo é simbólico, representando nossa morte para o pecado e ressurreição para a vida eterna, pelo sacrifício de Jesus.

Se uma pessoa se converte e morre antes de ser batizada, essa pessoa está salva. Isso aconteceu com o ladrão que morreu ao lado de Jesus. Do mesmo modo, se uma pessoa é batizada mas não aceitou Jesus como seu salvador, não está salva. O batismo não tem sentido sem haver conversão primeiro.

Batizar seu bebê não vai salvá-lo. Deus não vai lançar no inferno quem é muito novo para entender sobre o pecado e a salvação. O Reino dos Céus pertence a quem é como uma criança: humilde e inocente para o mal (Mateus 18:3-4).

A Bíblia não diz nada sobre o batismo de bebês. Não há nenhum lugar na Bíblia que diz que um bebê foi batizado. As pessoas que foram batizadas na Bíblia sabiam o que estavam fazendo e tomaram essa decisão de forma consciente. Ninguém foi batizado sem seu consentimento.

O batismo substitui a circuncisão judaica?

Sim e não. Sim, porque a circuncisão acontecia depois do nascimento e representava a pertença ao povo judeu. O batismo acontece depois do novo nascimento espiritual (conversão) e representa a pertença à família de Deus. Não, porque o novo nascimento acontece com uma decisão pessoal, que um bebê não tem capacidade para fazer.

As famílias batizadas na Bíblia incluíam bebês?

A Bíblia não diz se incluíam bebês ou não. Mas é importante ler o contexto. Todos que foram batizados ouviram sobre Jesus e se converteram primeiro. Veja alguns exemplos: Atos dos Apóstolos 2:40-41; Atos dos Apóstolos 10:44-48; Atos dos Apóstolos 16:32-34

Em alguns casos, até crianças pequenas podem entender a mensagem da salvação e responder sinceramente ao chamado. Mas um bebê pequeno que não entende nem fala não consegue fazer isso. O batismo na Bíblia é sempre para quem entende.

Batizar bebês é pecado?
Não, batizar um bebê não é pecado mas é uma interpretação errada. Deus não vai castigar quem acredita que isso é certo, porque Ele entende os motivos das pessoas. Mas batizar um bebê é perder algum do sentido original do batismo, como símbolo da conversão.

Claro que é bom dedicar a criança a Deus, integrá-la na família da igreja e fazer o compromisso de ensiná-la nos caminhos de Deus. Mas isso não precisa de um batismo. O batismo deveria ser reservado para quando a pessoa já tiver tomado a sua decisão.

Crente pode ter padrinho e madrinha de nascimento?

Não há nada na Bíblia que fala sobre ter padrinho e madrinha, nem a favor nem contra. Cada casal crente pode decidir se seu filho vai ou não vai ter padrinho e madrinha, de acordo com sua consciência (Romanos 14:22). O apadrinhamento de um bebê só não deve estar associado a um batismo.

O apadrinhamento é uma prática da igreja católica e de algumas igrejas protestantes e também usado em religiões de afro-brasileiras. Em todas elas,  o padrinho e a madrinha assumem a responsabilidade de educar a criança nos caminhos daquela determinada religião, em conjunto com os pais.

Vejamos mais sobre isso:

No Catolicismo

Os Padrinhos tem como papel ensinar seu afilhado a trilhar os passos do catolicismo, tanto no Batismo quanto no Crisma. Os deveres dos padrinhos são sérios e nem sempre fáceis, pois devem conduzir seu apaniguado a fé católica – por isso ao ser convidado para crismar alguém, a pessoa deve se sentir preparada e deve estar ciente dos seus deveres junto ao romanismo.

Padrinhos e Madrinhas, são pais e mães espirituais. No batismo eles têm como obrigação auxiliar os pais da criança, na educação católica da mesma. No crisma, o padrinho deve ajudar o crismando a amadurecer para fé romana, o próprio significado de crisma é este, o sacramento da maturidade do católico, é quando a criança se torna adulta perante a dogmática da Igreja Católica.

Nas Religiões afro-brasileiras

Padrinho ou Madrinha, são pais e mães espirituais, também chamados de pai-de-santo ou mãe-de-santo exercem a função de segundo pai ou segunda mãe. São as pessoas que cuidam do desenvolvimento dos médiuns e orientação espiritual. Esse termo é usado na Umbanda e no Xambá.

Devo ser padrinho/madrinha de uma criança que caísse batizada na igreja católica ou em uma religião afro-brasileira?

Como já dissemos antes, estar em Cristo é liberdade e cada um deve responder diante dele sobre suas decisões. O conselho pastoral mediante o que entende por  aparinhamento nessas religiões é que, ainda que por laço familiar até se vá a uma cerimônia, ao cristão não convém apadrinhar crianças. (Romanos 13.12)

Voltando ao assunto…

Se o casal crente decidir ter “padrinho e madrinha” que seriam na verdade como que testemunhas e uma forma de reconhecer o papel de algum amigo na vida de seu filho, deve escolher pessoas que:

São crentes em Jesus – seja em sua presença ou ausência mantenham a orientação da fé em Cristo. Se não crêem em Jesus, não vão ajudar a educar a criança sobre Jesus;

São um bom exemplo – crianças aprendem observando as ações, não apenas ouvindo o ensino;

Vão apoiar os pais – os padrinhos podem ajudar e aconselhar os pais mas devem sempre respeitar a autoridade dos pais no ensino da criança.

Algumas pessoas da Bíblia foram “pais espirituais” – pessoas que levaram outras para Jesus e lhes ensinaram o evangelho, ajudando no seu crescimento. Paulo se considerava “pai” de Timóteo e dos membros da igreja de Corinto (1 Timóteo 1:2; 1 Coríntios 4:14-15). Nesse sentido, Paulo era parecido com um padrinho.

Por outro lado, não há nenhum caso na Bíblia de uma pessoa sendo convidada para apadrinhar uma criança desde seu nascimento. A responsabilidade de educar a criança nos caminhos de Deus recai principalmente sobre os pais (Deuteronômio 6:6-7). Quando a criança não tem pais, a pessoa que cuida da criança tem essa responsabilidade.

Apadrinhamento e batismo
O apadrinhamento surgiu por causa do batismo de bebês. Nas igrejas onde o batismo de bebês é praticado, os padrinhos servem como porta-voz da criança. Como a criança nada entende, os padrinhos renunciam ao pecado e confessam Jesus como seu salvador em seu lugar. Isso não é bíblico.

A Bíblia ensina que aceitar Jesus como salvador é uma decisão pessoal. Ninguém pode confessar Jesus em lugar de outra pessoa. O batismo é para todo aquele que crê, não para o bebê que ainda não entende (Marcos 16:16).

Conclusão 

De acordo com todas as posições Aqui no Aprisco temos feito uma apresentação quando os pais, que são os principais responsáveis diante de Deus por ensinarem no Caminho, trazem a criança à reunião da igreja e ali a dedicam consagrando-a ao Senhor em oração juntamente com a igreja que também se compromete a ajudar na educação espiritual daquela criança. 

Geralmente os pais convidam amigos e familiares que também vem junto com eles diante da congregação para apoiar o ato deles e servem como testemunhas. Aquela criança vai crescer e em seu momento oportuno responder por si só se deseja seguir a Cristo ou não . 

 Jesus abençoa as crianças Lucas 18:15-17

Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; e os discípulos, vendo, os repreendiam. Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira alguma entrará nele.

A verdade é que nós adultos temos muito que aprender com a simplicidade das crianças em sua fé em Cristo. 

Fonte: Bíblia Sagrada , cacp.org e respostas.com.br

As três Marias

Aproveitando a proximidade do dia da mulher (dia das mães), trago um breve comentário sobre as três Marias do novo testamento e o que nós, tanto homens como mulheres devemos imitar nestas mulheres maravilhosas.

Como diria o poeta contemporâneo: “… Maria, Maria é um dom… uma força que nos alerta…”

A primeira Maria que trago é a mais bem aventurada entre todas as mulheres, Maria mãe de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo conforme Lucas 1. Sem sombra de dúvida algumas características especiais ela tinha, ainda que uma garota comum em sua época, que atraíram os olhos de Deus para escolhê-la dentre as outras. A primeira característica de Maria era a sua virgindade, o que não só revela a sua santidade ao Senhor e pureza mas sobretudo a sua determinação em honrar e guardar algo precioso para o momento certo. Muitas mulheres tem se entregado facilmente nos nossos dias por qualquer preço, sem saber que estão com isso construindo um caráter deformado que não sabe dar valor ao que é importante e leva a uma vida fútil e rasa. A segunda característica de Maria é seu desprendimento em fazer a vontade de Deus e ser usada por Ele. Ela abriu mão de seus planos de casamento que tinha com José e assumiu um desafio perigoso que poderia custar até mesmo sua reputação diante da sociedade. Já pensou o que é chegar por aí dizendo: Estou grávida de Deus? Obvio que pra muitos o bochicho era que ela tinha adiantado as coisas e ficado grávida de José. Quantos de nós temos esse desprendimento de abrir mão dos nossos planos para atender o plano de Deus?

A segunda Maria é a irmã de Marta e de Lázaro, a quem Jesus ressuscitou. A passagem bíblica que está em Lucas 10 faz uma comparação entre Marta, que ao receber Jesus em sua casa, se ocupou nas diversas atividades domésticas e se irritou porque Maria, ao ver o mestre, assentou-se e parou tudo o que estava fazendo para ouvir. Jesus aprovou o comportamento de Maria o que nos leva a crer que tantas quantas forem as nossas ocupações diárias, o melhor é estar na presença de Jesus e que temos que jogar nossa agenda pra cima quando Jesus nos chama. A mesma Maria demonstra esse caráter que ela tinha em João 12, quando ela pega um perfume muito caro que ela tinha, lava os pés de Jesus e depois o enxuga com seus próprios cabelos. Essa foi uma atitude fantasticamente irreverente e arrasadora contra os domínios do materialismo e da estética. Temos sim que andar lindos, em forma e possuir o melhor desta terra mas, se não for para Cristo, de nada serve.

A terceira Maria é a de Magdala, ou Maria Madalena, da qual Jesus expulsou sete demônios. Por que nós sempre a caracterizamos assim? Essa foi a mulher que abraçou mesmo a nova vida que Cristo podia proporcionar. Saiu de prostituta, a discípula das mais devotas do mestre. Nos diversos textos do novo testamento, vemos ela servindo a Jesus com seus bens, acompanhou Jesus em todos os momentos até os mais difíceis como o da crucificação e o sepultamento. Foi a primeira a chegar ao sepulcro ao terceiro dia e Aleluiaaaa… a primeirinha a encontrar com Jesus ressuscitado. Estamos também dispostos a largar a vida de pecados, de distância de Jesus e aceitá-lo em nossa vida como Senhor e Salvador? Não importa qual seja a nossa situação Jesus, pode mudar a nossa vida pra sempre. Renda-se.

Todos nós, mulheres, homens, sejamos como estas três Marias, um exemplo para nossa geração e para as gerações futuras, tendo essa estranha mania de ter fé em Cristo e na vida.

Em Cristo, o restaurador da verdadeira dignidade das mulheres,
Alex Barreto Cosmo
Pastor do Aprisco

em 08/03/2008

Como saber se algo é resposta de Deus?

Como saber que algo que aparece como possível resposta de oração é vontade de Deus ou alguma artimanha do inimigo pra te atrapalhar e atrasar tua vida?

Quando temos algo que está bem guardado em nosso coração e não expomos para ninguém , fica mais fácil de discernir e ter testificação de que quando a resposta vem, foi uma resposta de Deus pois estava realmente no oculto e escondido. 

Outra maneira em que as coisas ficam claras é quando a vontade de Deus já está abertamente expressa em sua palavra. Por exemplo a Bíblia diz que não devemos nos prender a um julgo desigual de relacionamento com um incrédulo (2 Co 6.24) , acabamos ignorando e quebrando a cara.

 Há ainda questões que, apesar de não estarem escritas de forma clara, a Bíblia traz o princípio norteador que deve ser transportado para outras situações que não estão especificadas  

Sabemos porém que existem outras situações que são mais específicas ainda e não estão claras na escrituras e nem vão de encontro aos princípios norteadores contidos nela. Nesses casos vale a pena observarmos as seguintes situações:
1) Muitas vezes estamos tão desejosos de algo que acabamos articulando e usando o nosso jeitinho para que as coisas aconteçam como queremos. Transformamos pedras em pães, nos auto-enganamos, e usamos em vão o nome do Senhor enquanto foi nosso próprio braço que fez aquilo e não o Senhor. (Leia a história em Gn 16 – Sara e Agar) 

2) Outras vezes falamos tanto com um e com outro sobre aquilo que desejamos ou estamos orando que a situação já se tornou de domínio público na esfera terrena e espiritual. O inimigo fica atento para perceber onde estão nossas necessidades pra depois, na porta dessas necessidades, oferecer as bandejas enganosas para a satisfação. Dependendo de como nosso coração está sentindo falta, reduzimos nossa vigilância e acabamos indo com muita sede ao pote, deixando de avaliar se realmente aquilo veio do Senhor ou não.

3) A testificação interior é algo que o Senhor nos deu. 

“Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos.” Colessenses 3:15

Se algo vem dele, ele trará paz em nosso coração, antes de tomarmos aquela decisão ou de irmos naquela direção. Para isso é necessário o tempo de espera. 

Quando se trata da vida em casal, cabe dizer que muitas vezes um dos cônjuges está convencido de que algo é da vontade de Deus enquanto o outro não sente paz naquela decisão. O que pode acontecer nesse momento é que o homem use sua liderança de forma errada para induzir a esposa a fazer o que ele quer, ou a mulher usar o seu jeito especial para seduzir o coração do homem em uma determinada direção. Quando isso acontece um realmente abrirá mão de sua convicção diante de Deus para atender a vontade de seu cônjuge e isso levará ambos à ruína. Essa é a hora de parar e orar até que a paz venha ao coração de ambos.

4) Os sinais também são algo que a palavra nos autorizam a pedir. Se temos dúvida de algo podemos pedir a Deus, em oração silenciosa sinais que testifiquem de que aquela é a direção de Deus e aguardar pacientemente que Ele clareie. 

Estamos vivendo sob uma ditadura do urgente e das oportunidades porém os filhos de Deus devem saber que a vida deles não é assim. Deus fará sua vontade se cumprir em nossas vidas, ao seu tempo e de forma perfeita. Precisamos, como uma mulher grávida, exercitar a paciência e ver dia a dia e mês a mês aquele bebê sendo formado dentro de seu ventre até que a seu tempo, aquilo que é a vontade do Senhor venha à tona sem que ninguém a possa impedir. 

É muito bom viver descansado na vontade do Senhor sem alimentar ansiedades sobre nossa vida, e o que havemos de comer ou vestir ou o que for. Que possamos simplesmente nos voltar pra Ele e esperar pacientemente até que ele cumpra em nós onseu querer.  Que nosso coração aprenda a se alegrar no Senhor e na sua vontade. 

CONECTADOS 

Mais amor por favor?
Gálatas 5:16-26

Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne.

Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.

Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.

#JesusSuficiente

#PastoraisAprisco

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Jesus Suficiente – Estudo no Evangelho Segundo João

Estarei reunindo aqui os vídeos dos lives do facebook que são feitos geralmente às terças-feiras 19h horário da Bahia em um estudo bíblico sobre a Suficiência de Cristo tomando como base o Evangelho de João.

Parte 1 – INTRODUÇÃO (07/02/2017)
#JesusSuficiente
Para ir direto à mensagem adiante para 27´50″

Parte 2 – O VERBO (14/02/2017)
Seguimos em nosso Estudo #JesusSuficiente, explorando o relato do Evangelho segundo João. Na primeira semana falamos introdutoriamente sobre o Livro em si, sobre o autor e qual o foco exposto por ele a respeito da vida e obra de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Hoje começaremos de fato a leitura e estudo propriamente dito com o que se chama de Prólogo Joanino, que é a introdução do evangelho que compreende o capítulo 1 e os versos do 1 ao 34
Dividiremos am algumas partes e a de hoje será: O Verbo
Hoje Leremos e estudaremos João 1.1-4
Se quiser pular o louvor e ir direto à palavra, começa em 30’05” .

Parte 3 – JESUS A LUZ DO MUNDO (21/02/2017)
João 1:5-14 diz: “A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João. Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”
Obs: Se quiser saltar o louvor e ir direto ao estudo, vá para 27’00”.
#JesusSuficiente

Parte 4 – E O VERBO SE FEZ CARNE (28/02/2017)
João 1:11-15: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim.”
Obs: Se quiser ir direto para a palavra adiante para 27 minutos.
#JesusSuficiente

Parte 5 – Graça + Verdade = Amor (Pt 1) (07/03/2017)
João 1:14-18 “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim. Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”
Questões abordadas:
– Se o pecado geraria a morte porque Adão e Eva ficaram vivos depois de comer o fruto?
– Porque a Lei de Deus é boa e santa?
– Como um Deus que é Santo se relaciona com pecadores?
– Uma nação para ensinar o caminho pra outras nações.
– o Monte fumegante e a Lei dada por intermédio de Moisés
Para ir direto para a palavra adiante para 24’20”
#JesusSuficiente

João 1:14-18 “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim. Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”
Questões abordadas:
– Verdade sem Graça = religiosidade, intolerância, legalismo, moralismo
– Graça sem verdade = conivência com o pecado, idolatria, graça barata
– Graça + Verdade = amor, cruz, evangelho, Jesus manifesto

JESUS SUFICIENTE

Evangelho de João 1:29
No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

ALELUIA!

Para ir direto para a palavra adiante até 25’30”

Parte 8 – Jesus e seus Seguidores  (04/-4/2017)
Texto Lido : João 1.35-51
Temas abordados:
– João continua apresentando Jesus como cordeiro de Deus (referência Gn.22.13)
– Os discípulos de João começaram a deixá-lo e a seguir a Jesus (ministério completo)
– Jesus foi acessível, gracioso e interessado por eles (Vinde e Vede João 1.39)
– Levar o Evangelho é levar a Boa Nova em palavra, obras e verdade. (v.40-41)
– O Senhor e quem transforma (Simao passa a ser Cefas Pedro v.42)
– Filipe e Natanael
– V. 51 as revelações de Jesus e o impacto sobre nossa vida.