Você está criando um filho materialista?

Até boa parte dos anos 60, os pais eram os únicos provedores. Às mães cabiam cuidar da casa e educar os filhos. As mulheres que se casaram e tiveram filhos após a revolução sexual, ocorrida em 68, passaram a dividir com os maridos a responsabilidade pelo sustento e a criação dos filhos.

Se pais e mães trabalham fora, como ficam os filhos?

As instituições educacionais para crianças de 0 a 6 anos surgiram no Brasil em 1870. Elas seguiam os padrões europeus. Crianças de 0 a 2 anos ficavam nas creches ou asilos da primeira infância. As escolas primárias ou salas de asilo para a segunda infância eram destinadas às crianças de 3 a 6 anos. Anos mais tarde, as escolas primárias ganharam outro nome, escolas maternais.

As creches foram instituídas como medida para evitar o abandono de crianças pobres. Nas escolas maternais, meninas eram educadas para serem mães ou professoras. A boneca era um brinquedo educativo, pois, com ela as meninas podiam “treinar” os cuidados com uma criança.

Felizmente o papel das creches e pré-escolas mudou. Com brincadeiras lúdicas, as crianças aprendem noções de matemática, português e a importância de viver em grupos.

Instituições educacionais infantis funcionam em período integral, das 7 da manhã às 7 da noite. Meninos e meninas que ficam o dia todo na escola, têm mais contato com professores, demais funcionários e colegas. Os pais passam a ser estranhos. As conversas limitam-se ao “bom dia”, “tchau”, “oi”, “vamos para casa”. Não há quem não sinta culpa por ter pouco tempo com os filhos. Porém, casa, comida, saúde, água, luz, telefone custam caro. É um círculo vicioso, os pais trabalham para dar um bom padrão de vida aos filhos, mas, não acompanham a rotina deles.

Esta culpa dá origem a um comportamento perigoso. Para suprir a ausência, os pais dão presentes aos filhos. Tais recursos também são usados no intuito de reforçar o amor e demonstrar apreço. Funciona assim, a criança tira boas notas? Tem bom comportamento? Cria confusões? Está triste porque o colega de escola não convidou para a festa? Não importa qual o motivo, os pais investem em brinquedos coloridos e tecnológicos no intuito de recompensar ou punir. Mal sabem que as cores e os sons, além de não preencherem lacunas, fazem estragos ainda maiores.

O materialismo, percepção que leva o indivíduo a sentir prazer no consumo e acúmulo de objetos, começa na infância. Ao perceber que seu bom desempenho escolar, comportamento exemplar e tristeza são compensados com presentes, a criança associa conforto e prazer aos bens materiais. A dedicação e o bom comportamento viram oportunidades para obter vantagens. A tristeza também ganha outro significado. Ela entende que presentes são excelentes remédios para tristeza.

Pais gastam fortunas para agradar os filhos

Pesquisa conduzida pela Green’s, marca inglesa de bolos, revela que os britânicos gastam anualmente duas mil libras com presentes para seus filhos. A quantia equivale a R$ 5,6 mil reais.

A discussão sobre o materialismo infantil não é de hoje. A educadora e médica italiana Maria Montessori, já na década de 40 apontava os malefícios deste comportamento influenciado pelos adultos. Montessori afirmava que “a maior recompensa que a criança tem é o próprio êxito”. O assunto rendeu várias pesquisas. As universidades de Missouri e de Illinois, ambas nos Estados Unidos entrevistaram 700 adultos. A pergunta foi “qual tipo de recompensa e punição você recebeu na infância?”, a maioria respondeu que recebiam presentes como recompensas, provas de amor e como castigo.

As crianças materialistas são mais imediatistas, ansiosas e irritadiças. Exigem ser recompensadas imediatamente. Quando isso não acontece ficam à beira de um ataque de nervos. Choram, berram, esperneiam até conseguirem o que desejam. Encher os filhos de presentes é duplamente perigoso. Além de associar bens materiais e bem-estar, crianças aprendem que vale tudo para conquistar seus direitos, até mesmo chantagens emocionais.

Criança não pode receber presentes ou serem punidas?

É importante salientar que não é errado presentear as crianças. Dar um brinquedo no aniversário, Dia das Crianças ou Natal é permitido. A punição é válida para ensinar quais são as condutas corretas. Neste caso, a melhor coisa é fazer os pequenos se colocarem no lugar de quem foi prejudicado pela má ação. Este exercício desperta empatia, sentimento que diferencia altruístas e egoístas.

Segundo Gabriela Yamaguchi, membro do Instituto Akatu, ONG que estimula o consumo consciente, o caminho é ensinar a valorizar o que se tem. Yamaguchi frisa que a melhor forma de recompensar o bom comportamento é com afeto. Abraços, palavras carinhosas devem ser os estímulos para as crianças continuarem a ter bom comportamento e dedicação aos estudos.

Mesada: estímulo ao materialismo?

Antes de pensar em dar mesada, os pais precisam conversar com seus filhos sobre dinheiro. Celina Macedo, doutora em Linguística e pós-doutorada em Psicologia Cognitiva pela Université Libre de Bruxelas, explica que a família deve transmitir os primeiros conhecimentos sobre finanças. As crianças precisam ver o esforço que os pais fazem para manter a casa em ordem. Isso dispara a percepção de que dinheiro não nasce em árvores. Elas também aprenderão que o dinheiro precisa ser bem administrado para render.

A melhor maneira para introduzir o assunto é falar sobre as despesas mensais. Explique que se conseguirem economizar sobra dinheiro para ir ao cinema, comprar uma televisão mais moderna e viajar. O segredo é mostrar que poupar traz benefícios para a família toda.

A mesada deve fazer parte da educação financeira.

A melhor idade para começar é a partir dos 7 anos. Explique ao seu filho que você recebe um salário e que ele precisa durar o mês inteiro. A criança precisa entender que a mesada é para custear despesas durante 30 dias. Só para reforçar, não use a mesada para recompensar bom rendimento escolar.

– Dicas sobre educação financeira infantil

Existem dois comportamentos atrelados à infância marcada por dificuldades financeiras. Gastar descontroladamente para compensar as privações ou não gastar nada no intuito de não passar por novas dificuldades financeiras.

Pensando nisso, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi escreveram o livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância a velhice”. Os autores colheram depoimentos vitoriosos e fracassados sobre a missão. Marília relata que muitos pais, na tentativa de afastar os filhos do materialismo, associam o dinheiro a coisas ruins. De acordo com ela, há quem diga que Deus prefere os pobres.

Para ajudar nesta difícil questão que é a educação financeira infantil, os autores elaboraram algumas dicas:

• Faça a criança ter contato com dinheiro. Explique que as cédulas e moedas precisam ser bem conservadas, pois, a reposição custa muito caro.

• Mostre que todas as cédulas e moedas têm valor, mesmo uma nota de R$2 ou uma moeda de R$0,05.

• Peça que avós, tios, madrinha e padrinho que deem presentes apenas no aniversário, Dia das Crianças e Natal. Solicite também que não deem dinheiro.

• Convide seu filho a ajudar na elaboração da lista de compras do supermercado.

• Peça que ela vá ao supermercado. Esta atividade é uma oportunidade para explicar o conceito de caro e barato.

• Ensinar que a vida é feita de escolhas. Quando a criança quer dois brinquedos, peça que ela escolha.

• Explique as diferenças entre querer e precisar. Necessidades básicas, comidas, roupas, educação e  saúde pertencem ao grupo precisar. Presentes fora de hora, estão na categoria querer, ou seja, podem esperar.

Cofrinhos

Falamos como é importante mostrar os benefícios da economia. Crianças só aprendem mediante exemplos. Dê quatro cofrinhos ao seu filho. Cada um é voltado para objetivos distintos. Coloque adesivos com as palavras curto, médio, longo prazo e doação. Cinema é objetivo de curto prazo. Brinquedo, médio prazo. Viagem, longo prazo. O cofrinho destinado a doação é para juntar dinheiro e doar às instituições de caridade. Sugira um orfanato e explique que muitas crianças não tiveram a mesma sorte que ele.

Talvez, os pais não gastem uma fortuna para compensar a ausência. Muitas vezes, as pessoas têm filhos sem estarem psicologicamente preparadas. Elas se desesperam quando perdem o controle da situação. Pais que não identificam o choro do bebê veem na chupeta a resposta para os anseios da criança. Quando o filho cresce dão presentes, preferencialmente caros.

Se não pode ficar muito tempo com seu filho, invista na qualidade. Diga a felicidade que sentiu ao saber que ele estava a caminho. Conte sobre a emoção do nascimento. A criança precisa saber que é amada pelos pais. Crie brincadeiras, conte histórias, faça um banquete com os pratos favoritos dela.

Convidar seu filho a fazer uma limpeza no armário também estreita os laços. A atividade fará a criança ver o que ela realmente usa. Incentive a criança a doar roupas, sapatos e brinquedos não são mais utilizados, desde que estejam em bom estado, é claro! Outra ideia legal é fazer um brechó para a criança arrecadar dinheiro e depositar no cofrinho. Quanto mais cedo as crianças aprenderem o significado do “é dando que se recebe”, frase da Oração da Paz atribuída a São Francisco de Assis, mais conscientes elas serão sobre o papel dos bens materiais.

Recapitulando comportamentos que contribuem ao materialismo infantil:

• Dar presentes para recompensar boas notas e bom comportamento.

• Dar presentes como prova de amor.

• Impedir o acesso a bens materiais para castigar.

E, se você não quer criar filhos materialistas, invista em algumas coisas simples:

1 Ficar mais tempo com os filhos.

2 Dar bons exemplos.

3 Presentes apenas em datas comemorativas.

4 Tente substituir vídeo games, tablets e celulares por passeios em parques.

5 Brincadeiras que promovem interação.

6 Controle o que a criança vê na televisão.

7 Cuidado com as mensagens de texto.

8 Dia sem televisão, computador e games.

Limitar a exposição à TV? Controlar mensagens de texto?

Adultos sentem-se infelizes ao ler posts em redes sociais. O efeito das propagandas na TV e na internet nas crianças é o mesmo. Ao ver garotos e garotas propaganda felizes com seus brinquedos, roupas e sapatos de grife, quem não tem acesso a tudo isso fica triste. Outro motivo para não deixar as crianças tão expostas à televisão é incentivar a interação com outras crianças, evitar o consumo de refrigerantes, salgadinhos e a obesidade.

Se o seu filho tem celular e usa aplicativos de texto, cuidado com as mensagens. Colegas podem usar este meio para se vangloriar dos presentes. Quando visualizar mensagens com este teor e notar que a criança está estranha, converse com ela. Você precisa mostrar que bens materiais não são as coisas mais importantes do mundo.

A pesquisadora holandesa Suzanna J. Opree ressalta que “o materialismo infantil diminui a satisfação com a vida na fase adulta”. Os presentes que a criança ganha hoje por tirar boas notas e se comportar bem aumentam o vazio.

Estudo realizado na Austrália para o Queen Elizabeth Medical Centre constatou que crianças materialistas são mais propensas à depressão. A pediatra Helen Street liderou uma pesquisa com 402 crianças australianas, entre 9 e 12 anos. Elas revelaram que bom relacionamento com família e amigos, além de sentir-se bem com elas mesmas são elementos importantes para a felicidade. Entretanto, aproximadamente 12% afirmaram que ter muito dinheiro é fundamental. Street e sua equipe identificaram 16 crianças com sintomas depressivos. As crianças com risco de ter depressão na fase adulta eram 112.

Dinheiro compra joias, roupas e sapatos de grife, carros e imóveis. Caráter, amizade e amor não estão à venda. O que realmente importa é conquistado. Usar bens materiais para preencher um coração vazio é perda de tempo. A princípio, o luxo, a badalação e o poder movimentam a vida, mas, ao colocar a cabeça no travesseiro a solidão retorna.

Falta pouco para o Natal. Infelizmente, a celebração virou sinônimo de consumismo e comilança. Senhores pais, por favor, sigam essa lista:

• Não compre presentes, esteja presente.

• Enviar presentes? Respeito, afeto, carinho, zelo.

• Embrulhar presentes? Não, embrulhe alguém em um abraço.

• Montar árvore de Natal? Sim, mas, monte corações partidos.

• Fazer toneladas de comida? Não, faça um pouco a mais e doe.

• Pode ver as decorações de Natal espalhadas pela cidade. Mas, seja a luz para seu filho

Para resumir tudo isso: amor não se compra!

Fonte: eusemfronteiras.com.br

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A tigela de brócolis

#momentoParabólico

Uma garotinha foi convidada para almoçar na casa de uma coleguinha da escola. Chegando lá, entre os pratos tinha uma linda tigela de brócolis. A mãe da colega perguntou:

– Você gosta de brócolis?

Educadamente a garotinha respondeu: “- Sim, amo brócolis!”

Logo em seguida quando a tigela do brócolis passava de mão em mão ela declinou de pegar um pedacinho que fosse. Ao ver isso a mãe da coleguinha disse: – Você não falou que amava brócolis? A garotinha respondeu docemente:

– Sim! Mas não o suficiente para comê-los!

Interessante, não é? Temos facilidade de usar a palavra amor e aplicar ela no abstrato porém, quando trazemos pra realidade não queremos nos aproximar pois sabemos que o amor nos convoca à abnegação.

E aí, você ama sua família? Você ama a Deus?

#JesusSuficiente

#PastoraisAprisco

1 João 3:18

Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.

#OficinadeFamíliaAprisco

Encurtando a distância

Como filhos de Deus aceitamos a palavra de Deus e a sua autoridade sobre nossas vidas. Isso não quer dizer que a velha criatura com seu espírito de rebelde não continue gritando dentro de nós querendo nos puxar ao inferno da rebelião onde o “si mesmo” é o centro.

João 17:17

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

João 5:39

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.

Tiago 4:6

Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

Deus resiste ao soberbo e dá graça ao humilde. Ele nos amou, nos criou, sabe o que é melhor pra nós e nos deixou sua palavra e seus mandamentos arraigados no amor. Não são apenas dicas mas sim mandamentos a serem assumidos e obedecidos por seus filhos. Ele não os imporá por força ou violência porém naturalmente, como toda a vida está conectada nEle, existem frutos bons a serem colhidos da obediência à sua vontade e uma colheita ruim para os desobedientes.

1 João 2:3-4

Ora, sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.

João 14:21

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

Zacarias 4:6

E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos de anjos.

Eis o conflito eminente!

Os caminhos desse mundo provém inteiramente da vontade carnal e desobediente de homens que, ao se rebelar contra todo e qualquer princípio de autoridade, vivem escravos de seus próprios desejos e vontades. Passo-a-passo vão legitimando a iniquidade e reconstruindo a torre de Babel.

Enquanto isso, o Senhor de toda a terra continua sendo quem é: perfeito em sua glória e caráter, amoroso e paciente para conduzir cada um ao arrependimento e à reconciliação até que o juízo venha e traga à tona o que é justo e reto diante do qual, se não fosse a misericórdia pelo sangue de Jesus, estaríamos todos condenados.

Deus se revela pela ordem das coisas criadas, pelos profetas e suas sagradas escrituras e finalmente em Jesus. Ao observarmos isso, vemos como o Senhor está totalmente contra o modo de que homens lidam de forma dominadora e repressora das mulheres bem como está contra também à iniciativa cultural de negar toda ordem e princípios de autoridade na família , na igreja e na sociedade.

Não é necessário ser um observador muito apurado para ver como esse mundo está de fato indo atrás de algo que considera valioso porém, que se opõe claramente à vontade de Deus expressa nas escrituras e encarnadas em Jesus. A aproximação e devoção pela cultura humana nos distanciará do conhecimento e entendimento da vontade de Deus até o ponto em que cinicamente defendamos nossa vontade como sendo a de Deus, sendo nós mesmos o nosso próprio deus.

Isaías 55:7-9

Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.

Que o Nosso Pai nos ajude, nos purifique e por sua graça encurte a distância entre Seus caminhos e os nossos , entre sus pensamentos e os nossos.

#oficinadefamíliaAprisco

#PastoraisAPRISCO

#JesusSuficiente

Cuidados com a privacidade

Dica para os que são #casados mas que também serve aos solteiros.

Caso queiramos evitar problemas e tentações desnecessárias, devemos ser vigilantes a respeito do tempo ocioso e com as situações de privacidade, exclusividade e intimidade seja na vida real com caronas, reuniões, atendimentos, visitas, voyeurismo ou na vida virtual nos telefonemas, chats, whatsapp e redes em geral. Sejam cuidadosos na exposição do corpo mas também na exposição da alma. 

O foro íntimo, privativo e exclusivo de comunhão e deve ser reservado, devotado e desenvolvido com seu cônjuge. Abrir suas intimidades, entrar na vida íntima de outra pessoa, gerar ambiência de privacidade pode ser uma armadilha fatal. 

Você ama seu cônjuge mas tem flertado com situações desse tipo, se expondo desnecessariamente e assumindo um risco de colocar seu casamento e família em jogo. Conselho:  Fuja disso! 

Observe também se não tem deixado seu cônjuge sozinho e isolado deixando lacunas e necessidades, isso pode deixá-lo(a) vulnerável aos ataques. “A alma farta despreza o mel…” Ore e estejam juntos, desenvolvam intimidade e confiança no desnudar da alma e do corpo, pois assim crescerão em comunhão e estarão mais protegidos para encarar os desafios do dia-a-dia. 

#ApriscoCasais

  
2 Samuel 11:1-7

O PECADO DE DAVI E A TRISTEZA PELO PECADO
Um ano depois, na época em que os reis tinham o hábito de sair à guerra, Davi enviou Joabe, seus oficiais e todo o Israel com a missão de eliminar de uma vez por todas os amonitas. Eles cercaram Rabá, mas, dessa vez, Davi permaneceu em Jerusalém.

Certo dia, Davi levantou-se do seu descanso da tarde e foi passear no terraço do palácio. De onde estava, ele viu uma mulher tomando banho, e ela era muito bonita. Davi procurou saber quem era. Alguém disse: “É Bate-Seba, filha de Eliã, mulher do hitita Urias”. Davi ordenou que a trouxessem. Quando a mulher chegou, ele se deitou com ela. Isso aconteceu na época da purificação, depois da menstruação dela. Ela voltou para casa e, algum tempo depois, descobriu que estava grávida.

Bate-Seba mandou o seguinte recado a Davi: “Estou grávida”.

Coragem

  “Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.”
2 Coríntios 12:10

Conversar sobre coisas masculinas sempre foi algo prazeroso para nós. Desde criança fomos ensinados a mostrar força e destreza, brincando de coisas como carros, espadas e armas de brinquedo. Crescemos assistindo seriados e filmes de luta e guerra, onde cada guerreiro mostrava sua força e valentia, vencendo implacavelmente cada adversário. Hoje somos torcedores de time de futebol e, quando podemos, fixamos nossos olhos na TV. “Vai, Corinthians!!”, “Vamo, Flamengo!!”, “Rumbora, Baêa!!”. Ganhar, ganhar, ganhar: é o que queremos de nossa equipe a cada partida.

No entanto, estamos aqui para falar de Bíblia. Ela é o melhor manual de masculinidade que conheço! E ela nos encoraja a sermos homens, a sermos fortes. No entanto, esta força não vem de nós mesmos. Por quê? Simples: para que não nos ensoberbeçamos. A natureza humana é orgulhosa, e homens cheios de si não herdarão o Reino de Deus. O Senhor quer que sejamos cheios dEle!!

Por isto Ele transforma homens fracos em fortes, dá coragem aos que não têm. A passagem de acima exala verdadeiras características da masculinidade: intrepidez, perseverança, força, compromisso, fidelidade. Paulo foi treinado durante grande tempo no deserto para isto. Por mais viris que possamos aparentar, nossas forças têm limites – e somos pecadores, para variar. Quer ser homem e forte de verdade? Peça ao Pai que Ele te ensina!!

por Vandic Coqueiro em Aprisco Homem

A vida complicada dos garotões preguiçosos

A vida complicada de preguiçosos Meninos

O homem moderno tem uma grande crise de marca. A maioria resume-o em uma palavra: preguiçoso. Existem maneiras diferentes de pronunciar a palavra – dependentes, desperdiçadores, pródigos, ineptos, inaptos, ingratos, complacentes, indignos, inexpressivos, indisciplinados – tudo com uma raiz: a incapacidade de fazer. Evite trabalho, e almeje o mínimo.

Ciclos de preguiça eventualmente podem se transformar em ciclos de violência. Como nosso músculo de abnegação no trabalho atrofia através inatividade, a nossa capacidade de negar a nós mesmos nos relacionamentos enfraquece também. A semente de inclinações abusivas está embutida no egoísmo de nossa preguiça. Um homem que desprezar a si mesmo acabará por desonrar outro (Provérbios 18: 9).

Preguiça Masculina, porém, é um tanto incompreendida e subestimada pela maioria. Enquanto não entendemos a preguiça, nunca seremos capazes de trabalhar nela. Temos tentado gritar ou zombar dos homens, que não trabalham com freqüência ou por muito tempo. Em vez disso, vamos olhar para a complexidade da preguiça ver o trabalho mais profundo debaixo dela e como a cura do evangelho capacita homens preguiçosos.

Há (pelo menos) cinco ciclos viciosos que perpetuam a inatividade do sexo masculino. Cada uma destaca uma lógica diferente por trás da nossa tendência para a preguiça e complacência.

1. Ciclo ineficiente

Insanidade foi definida como: fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes. Quando caras são ineficientes em seu planejamento, trabalho, gastos e combate a pecado, o seu fracasso constante pode gerar a mensagem de voz alta: “Você não é competente o suficiente para a vida.”

Nesse ponto, porque não desistir e cair fora? Prioridades e métodos ineficientes estão trabalhando contra os homens. Quando outros homens já estruturados dizem: “Continue trabalhando,” os demais ouvem: “continue tentando as mesmas coisas que não funcionaram”, e, “viva uma vida frustrada e insatisfatório.” Então deixam o planejamento, pulam fora do trabalho, e se afastam do risco . As exigências da vida aumentam. E, por sua vez, recuam ainda mais. Na raiz deste ciclo está a insegurança, mas a semente é a falta de competência básica, a competência de vida.

O Ciclo ineficiente: Incompetência → Esforço → Falha → Frustração → inatividade → Incompetência

2. Ciclo Oprimido

Um homem pode se sentir sobrecarregado, porque qualquer coisa lhe parece muita coisa. Assim, quanto mais tarefas longas não são feitas, mais esse gigante da bagunça amorfa de tarefas incompletas e acusação sem ressalvas cresce. Os trabalhos inacabados gritam: “Você não é um homem de verdade!” Trabalhos não completados geram como fugas, uma cruel auto-comiseração e um sentimento de indignidade diante de Deus. É mais fácil evitar um problema do que enfrentá-lo de frente.

Quando é dado muito trabalho a um homem, sem os recursos e ferramentas suficientes  para realizar as tarefas, ele vai desligar. Este ciclo começa, não tanto com a ineficiência, mas a desorganização. O ciclo de ineficiência carece de ferramentas. O ciclo oprimido não tem um plano. Sem a capacidade de analisar e priorizar sua carga de trabalho, praticamente qualquer tarefa pode sobrecarregar um homem.

O Ciclo do Oprimido: Desorganização → Esforço → resultados insuficientes → pânico → inatividade → Crescimento da carga de trabalho → Desorganização

Ciclo 3. Dependência e Vício

Homens são muitas vezes apanhados em um ciclo de dependência que simultaneamente (1) toma tempo e energia, e (2) rouba a capacidade básica para executar tarefas.

  • Gula, roubando energia física
  • Alcoolismo, roubando dinheiro e foco
  • Pornografia, roubando a consciência espiritual básica

Este ciclo muitas vezes é sanguessuga em outros ciclos – os vícios são maneiras cooperar com o estar preso. Nos vícios a omissão e anulação masculina estão ativa, arranhando, raspando, e gritando para alíviar das acusações, para a salvação da incompetência, ineficiência e irresponsabilidade. O ciclo de vício é o gancho que atrai um homem profundamente para a escuridão – homens que estão sob o peso de suas deficiências facilmente “deixam as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos das trevas” (Provérbios 2:13).

Este ciclo muitas vezes é sanguessuga em outros ciclos – os vícios são maneiras cooperar com o estar preso. Nos vícios a omissão e anulação masculina estão ativa, arranhando, raspando, e gritando para alíviar das acusações, para a salvação da incompetência, ineficiência e irresponsabilidade..” 

O ciclo de vício é o trinco que muitas vezes prende homens embaixo de outros ciclos destrutivos da preguiça. O vício proporciona a ilusão de que a alegria divina é atingível sem Deus e sem trabalho – e com a promessa ilusória de descanso que dá vida, através de indulgência viciante, qual é a necessidade de ver a bondade e dignidade de ser trabalhador, ou do prazer do desfrute do descanso desse trabalho?

O Ciclo da dependência e do vício: Fadiga → indulgência  (dose da droga) → Satisfação → Negligência → crescentes pressões externas → ânsia → Fadiga

4. Ciclo Desmotivado

Todo mundo em volta grita: “Vai Trabalhar!” Então os homens o fazem, e logo percebem como o trabalho sem propósito é como um fim em si mesmo. Por que funciona? Porque é uma pressão dos colegas que vai durar por pouco tempo  A incapacidade de dar uma razão justificada, ou proposital, ou existencialmente convincente para o trabalho, dá aos homens uma desculpa para simplesmente parar de funcionar. A questão não é: “Por que os homens são tão preguiçosos?”, Mas, “Por que os homens não encontram motivos pelos quais vale a pena trabalhar?”

Sem motivação, sem propósito, que razão é que um homem tem para fazer alguma coisa? Quanto mais tempo o homem desmotivado permanece sedentário, mais convencido ele fica de que o trabalho simplesmente não vale a pena.

O Ciclo Desmotivado: Falta de Motivação → inatividade → Trabalho parece mais difícil → Trabalho não vale o esforço → falta de motivação

5. Ciclo Hobby

Como se já não bastasse a crise que os homens passam na meia-idade, os caras têm hoje uma crise de quarto-de-vida e aí começam a se dedicar de forma desequilibrada aos hobbies: ciclismo, futebol, fabricação de cerveja caseira,  vinhos, pesca, jogos online, games, escalada etc. os caras de hoje não fazem mais as coisas pensando na provisão de sua família, na melhoria da vida da comunidade em volta, mas para convencer o mundo (e talvez a si próprios) que eles são tão poderososos e bem sucedidos quanto seus pais que trabalharam duro e nos piores casos numa disputa vazia de ostentações com outros garotões. Eles estão em um ciclo do que David Powlison chama de “prazeres inocentes” – “Os prazeres inocentes trabalham de maneira exatamente oposta do ciclo viciante. Custa menos e menos para acionar a alavanca de alegria. Menos estímulo é necessário para a maior alegria.”

O que precisamos para uma alegria real? Bem, o que é a alegria real (para o cara preguiçoso dos hobbies)? É alegria que nos passa pela vida. Não é a alegria de viver, mas de sobrevivência. O que significa sobrevivência-alegre no olhar do homem preguiçoso? Evitar mais e mais trabalho – escapar para um hobby. Hobbies podem ser bons presentes de Deus, mas os homens foram feitos para trabalhar. Entretenimento exagerado não pode substituir a profissão na luta para viver. “A alma do preguiçoso deseja e nada tem, enquanto o desejo do diligente é ricamente suprido” (Provérbios 13: 4).

O Ciclo do Hobby: Hobby → desculpas para não trabalhar → mais tempo para Hobby → Mais Hobby → Menos interesse no trabalho → Mais Hobby

Um martelo ferramenta, não um martelo de juiz.

Isso pode ser sentido como uma bomba atômica de julgamento para alguns. Vendo mais de minha própria preguiça certamente me senti assim. Se formos honestos, porém, o homem preguiçoso se odeia, e por isso vamos trabalhar tão duro para evitar a condenação como podemos fazer para evitar o trabalho. A verdade que confronta a nossa preguiça, no entanto, não é um martelo do juízo final da culpa, mas uma ferramenta – um martelo, mesmo – para escapar das amarras da nossa letargia de roubo de vida e nos consertar.

Antes de nós podermos escapar padrões de preguiça, precisamos entender os padrões de preguiça: que estamos acorrentados por ciclos de : -> pecado -> Retiro -> repetição – e isso não é fácil de escapar. Precisamos saber o que precisamos – onde e como a graça de Deus vem ao homem preguiçoso.

O rei sábio sabe: “A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos tolos é enganar” (Provérbios 14: 8). Qual é a primeira coisa que um homem preguiçoso pode fazer para encontrar seu caminho para fora da preguiça? Ele pode saber com nuance pessoal e especificidade prática a posição de que ele está em “entender o seu caminho.”

“O preguiçoso trabalha tão duro para evitar a condenação quanto ele faz para evitar o trabalho.” 

E a graça de Deus começa lentamente, de forma gradual, e centímetro por centímetro. Mantenha-se na luta. Há esperança para uma saída do seu ciclo – vícios, hobbies, desculpas ou até o sobrepeso que mantém você na cama, na frente da TV, fora de seu local de trabalho, da igreja e do convívio saudável com as pessoas. Sua história está longe de terminar.

Artigo original em inglês fonte: DesirinGod.com traduzido e adaptado por Alex Cosmo e o GoogleTranslate.

Autor completa paul Maxwell

Paul Maxwell ( paulcmaxwell ) é um estudante de doutorado na Trinity Evangelical Divinity School, e professor de filosofia no Moody Bible Institute. Ele escreve mais em seu blog, paulcmaxwell.com , e finge gostar de café.