Eduque seus filhos em casa

Investimento barato na educação de seus filhos:

1. Fale com seus filhos, mesmo quando ainda são bebezinhos. Observe que eles se concentram nos movimentos dos lábios. Este é o momento que descobrem que os sons que fazemos com a boca são intencionais.

2. Leia, leia e leia para eles assim que começarem a entender palavras e expressões mais claramente. Explique palavras ou expressões se possível.

3. Na fase causal, em que querem saber a causa dos fenômenos que os cercam (fase dos porquês), explique. Não deixe estímulos visuais, sonoros ou simbólicos passarem despercebidos. Explique o sentido das coisas. Chamamos isso de “mediação de significado”.

4. Reduza a exposição à mídia, controle rigorosamente o tempo de TV. Tablets e celulares são viciantes, tome cuidado com esse falso conforto da distração eletrônica. O bom é o uso mediado ou acompanhado por um adulto. O tédio é bom, estimula a criatividade e o improviso nas brincadeiras.

5. Introduza noções de proporcionalidade (Qual tem mais? Qual tem menos?), comportamento somatório e comparativo (brinque de agrupar objetos por cores, formas, textura etc).

6. Quebra-cabeças são ótimos para trabalhar capacidade analítica (identificar ou compreender o ‘todo’ pelas ‘partes’), além de estimular a atenção focada, e evitar o desfoque típico de uma cultura carregada de estímulos difusos.

7. Para o desenvolvimento moral e comportamental, mantenha-se firme na arte do “não”. Não tenha dó, seja firme. A frustração e o choro decorrente dele é fundamental para o desenvolvimento moral e afetivo. Privar crianças do desconforto e de certa frustração é criar seres com baixa resistência em idade adulta.

8. Crie um ambiente educacionalmente estimulante. Espalhe livros pela casa. Cultive boa apreciação estética, escute boa música: vá de música clássica, jazz, blues, rock, samba de raiz e bossa. Não se preocupe com a música pop, ele a conhecerá na escola e nos ambientes fora de casa. Mas, se você não oferecer boa música em casa, lá fora ninguém oferecerá.

9. Quanto mais estudo sobre homeschooling, mais me convenço de que a prática, se bem feita, tem impactos educacionais incríveis. Mesmo que seu filho esteja matriculado em alguma escola, alguns dos princípios da educação doméstica podem ser ótimos complementos à educação escolar.

10. Se você sabe alguma língua estrangeira, fale com seu filho também nesta língua. Ensine algumas palavras. Mostre no mapa onde aquele idioma é falado. Faça isso de maneira natural, espontânea e divertida. Eles curtem!

11. Use o GoogleMaps para ensinar geografia, noções de orientação espacial, dimensionalidade geográfica, a diferença entre rua, bairro, cidade, estado, região, continente etc. Comece localizando lugares familiares (nossa casa, a casa da vovó, a escola etc.)

12. Se você seguir alguns desses princípios. Você não terá que se preocupar em pagar uma escola tão cara. Mesmo que seu filho esteja em uma escola pública, ele terá um aproveitamento cognitivo excelente. Sem mencionar, que dependendo do desempenho dele, há amplas chances de ganhar bolsas, muitas escolas privadas fazem isso.

Fonte: Igor Miguel

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Você está criando um filho materialista?

Até boa parte dos anos 60, os pais eram os únicos provedores. Às mães cabiam cuidar da casa e educar os filhos. As mulheres que se casaram e tiveram filhos após a revolução sexual, ocorrida em 68, passaram a dividir com os maridos a responsabilidade pelo sustento e a criação dos filhos.

Se pais e mães trabalham fora, como ficam os filhos?

As instituições educacionais para crianças de 0 a 6 anos surgiram no Brasil em 1870. Elas seguiam os padrões europeus. Crianças de 0 a 2 anos ficavam nas creches ou asilos da primeira infância. As escolas primárias ou salas de asilo para a segunda infância eram destinadas às crianças de 3 a 6 anos. Anos mais tarde, as escolas primárias ganharam outro nome, escolas maternais.

As creches foram instituídas como medida para evitar o abandono de crianças pobres. Nas escolas maternais, meninas eram educadas para serem mães ou professoras. A boneca era um brinquedo educativo, pois, com ela as meninas podiam “treinar” os cuidados com uma criança.

Felizmente o papel das creches e pré-escolas mudou. Com brincadeiras lúdicas, as crianças aprendem noções de matemática, português e a importância de viver em grupos.

Instituições educacionais infantis funcionam em período integral, das 7 da manhã às 7 da noite. Meninos e meninas que ficam o dia todo na escola, têm mais contato com professores, demais funcionários e colegas. Os pais passam a ser estranhos. As conversas limitam-se ao “bom dia”, “tchau”, “oi”, “vamos para casa”. Não há quem não sinta culpa por ter pouco tempo com os filhos. Porém, casa, comida, saúde, água, luz, telefone custam caro. É um círculo vicioso, os pais trabalham para dar um bom padrão de vida aos filhos, mas, não acompanham a rotina deles.

Esta culpa dá origem a um comportamento perigoso. Para suprir a ausência, os pais dão presentes aos filhos. Tais recursos também são usados no intuito de reforçar o amor e demonstrar apreço. Funciona assim, a criança tira boas notas? Tem bom comportamento? Cria confusões? Está triste porque o colega de escola não convidou para a festa? Não importa qual o motivo, os pais investem em brinquedos coloridos e tecnológicos no intuito de recompensar ou punir. Mal sabem que as cores e os sons, além de não preencherem lacunas, fazem estragos ainda maiores.

O materialismo, percepção que leva o indivíduo a sentir prazer no consumo e acúmulo de objetos, começa na infância. Ao perceber que seu bom desempenho escolar, comportamento exemplar e tristeza são compensados com presentes, a criança associa conforto e prazer aos bens materiais. A dedicação e o bom comportamento viram oportunidades para obter vantagens. A tristeza também ganha outro significado. Ela entende que presentes são excelentes remédios para tristeza.

Pais gastam fortunas para agradar os filhos

Pesquisa conduzida pela Green’s, marca inglesa de bolos, revela que os britânicos gastam anualmente duas mil libras com presentes para seus filhos. A quantia equivale a R$ 5,6 mil reais.

A discussão sobre o materialismo infantil não é de hoje. A educadora e médica italiana Maria Montessori, já na década de 40 apontava os malefícios deste comportamento influenciado pelos adultos. Montessori afirmava que “a maior recompensa que a criança tem é o próprio êxito”. O assunto rendeu várias pesquisas. As universidades de Missouri e de Illinois, ambas nos Estados Unidos entrevistaram 700 adultos. A pergunta foi “qual tipo de recompensa e punição você recebeu na infância?”, a maioria respondeu que recebiam presentes como recompensas, provas de amor e como castigo.

As crianças materialistas são mais imediatistas, ansiosas e irritadiças. Exigem ser recompensadas imediatamente. Quando isso não acontece ficam à beira de um ataque de nervos. Choram, berram, esperneiam até conseguirem o que desejam. Encher os filhos de presentes é duplamente perigoso. Além de associar bens materiais e bem-estar, crianças aprendem que vale tudo para conquistar seus direitos, até mesmo chantagens emocionais.

Criança não pode receber presentes ou serem punidas?

É importante salientar que não é errado presentear as crianças. Dar um brinquedo no aniversário, Dia das Crianças ou Natal é permitido. A punição é válida para ensinar quais são as condutas corretas. Neste caso, a melhor coisa é fazer os pequenos se colocarem no lugar de quem foi prejudicado pela má ação. Este exercício desperta empatia, sentimento que diferencia altruístas e egoístas.

Segundo Gabriela Yamaguchi, membro do Instituto Akatu, ONG que estimula o consumo consciente, o caminho é ensinar a valorizar o que se tem. Yamaguchi frisa que a melhor forma de recompensar o bom comportamento é com afeto. Abraços, palavras carinhosas devem ser os estímulos para as crianças continuarem a ter bom comportamento e dedicação aos estudos.

Mesada: estímulo ao materialismo?

Antes de pensar em dar mesada, os pais precisam conversar com seus filhos sobre dinheiro. Celina Macedo, doutora em Linguística e pós-doutorada em Psicologia Cognitiva pela Université Libre de Bruxelas, explica que a família deve transmitir os primeiros conhecimentos sobre finanças. As crianças precisam ver o esforço que os pais fazem para manter a casa em ordem. Isso dispara a percepção de que dinheiro não nasce em árvores. Elas também aprenderão que o dinheiro precisa ser bem administrado para render.

A melhor maneira para introduzir o assunto é falar sobre as despesas mensais. Explique que se conseguirem economizar sobra dinheiro para ir ao cinema, comprar uma televisão mais moderna e viajar. O segredo é mostrar que poupar traz benefícios para a família toda.

A mesada deve fazer parte da educação financeira.

A melhor idade para começar é a partir dos 7 anos. Explique ao seu filho que você recebe um salário e que ele precisa durar o mês inteiro. A criança precisa entender que a mesada é para custear despesas durante 30 dias. Só para reforçar, não use a mesada para recompensar bom rendimento escolar.

– Dicas sobre educação financeira infantil

Existem dois comportamentos atrelados à infância marcada por dificuldades financeiras. Gastar descontroladamente para compensar as privações ou não gastar nada no intuito de não passar por novas dificuldades financeiras.

Pensando nisso, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi escreveram o livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância a velhice”. Os autores colheram depoimentos vitoriosos e fracassados sobre a missão. Marília relata que muitos pais, na tentativa de afastar os filhos do materialismo, associam o dinheiro a coisas ruins. De acordo com ela, há quem diga que Deus prefere os pobres.

Para ajudar nesta difícil questão que é a educação financeira infantil, os autores elaboraram algumas dicas:

• Faça a criança ter contato com dinheiro. Explique que as cédulas e moedas precisam ser bem conservadas, pois, a reposição custa muito caro.

• Mostre que todas as cédulas e moedas têm valor, mesmo uma nota de R$2 ou uma moeda de R$0,05.

• Peça que avós, tios, madrinha e padrinho que deem presentes apenas no aniversário, Dia das Crianças e Natal. Solicite também que não deem dinheiro.

• Convide seu filho a ajudar na elaboração da lista de compras do supermercado.

• Peça que ela vá ao supermercado. Esta atividade é uma oportunidade para explicar o conceito de caro e barato.

• Ensinar que a vida é feita de escolhas. Quando a criança quer dois brinquedos, peça que ela escolha.

• Explique as diferenças entre querer e precisar. Necessidades básicas, comidas, roupas, educação e  saúde pertencem ao grupo precisar. Presentes fora de hora, estão na categoria querer, ou seja, podem esperar.

Cofrinhos

Falamos como é importante mostrar os benefícios da economia. Crianças só aprendem mediante exemplos. Dê quatro cofrinhos ao seu filho. Cada um é voltado para objetivos distintos. Coloque adesivos com as palavras curto, médio, longo prazo e doação. Cinema é objetivo de curto prazo. Brinquedo, médio prazo. Viagem, longo prazo. O cofrinho destinado a doação é para juntar dinheiro e doar às instituições de caridade. Sugira um orfanato e explique que muitas crianças não tiveram a mesma sorte que ele.

Talvez, os pais não gastem uma fortuna para compensar a ausência. Muitas vezes, as pessoas têm filhos sem estarem psicologicamente preparadas. Elas se desesperam quando perdem o controle da situação. Pais que não identificam o choro do bebê veem na chupeta a resposta para os anseios da criança. Quando o filho cresce dão presentes, preferencialmente caros.

Se não pode ficar muito tempo com seu filho, invista na qualidade. Diga a felicidade que sentiu ao saber que ele estava a caminho. Conte sobre a emoção do nascimento. A criança precisa saber que é amada pelos pais. Crie brincadeiras, conte histórias, faça um banquete com os pratos favoritos dela.

Convidar seu filho a fazer uma limpeza no armário também estreita os laços. A atividade fará a criança ver o que ela realmente usa. Incentive a criança a doar roupas, sapatos e brinquedos não são mais utilizados, desde que estejam em bom estado, é claro! Outra ideia legal é fazer um brechó para a criança arrecadar dinheiro e depositar no cofrinho. Quanto mais cedo as crianças aprenderem o significado do “é dando que se recebe”, frase da Oração da Paz atribuída a São Francisco de Assis, mais conscientes elas serão sobre o papel dos bens materiais.

Recapitulando comportamentos que contribuem ao materialismo infantil:

• Dar presentes para recompensar boas notas e bom comportamento.

• Dar presentes como prova de amor.

• Impedir o acesso a bens materiais para castigar.

E, se você não quer criar filhos materialistas, invista em algumas coisas simples:

1 Ficar mais tempo com os filhos.

2 Dar bons exemplos.

3 Presentes apenas em datas comemorativas.

4 Tente substituir vídeo games, tablets e celulares por passeios em parques.

5 Brincadeiras que promovem interação.

6 Controle o que a criança vê na televisão.

7 Cuidado com as mensagens de texto.

8 Dia sem televisão, computador e games.

Limitar a exposição à TV? Controlar mensagens de texto?

Adultos sentem-se infelizes ao ler posts em redes sociais. O efeito das propagandas na TV e na internet nas crianças é o mesmo. Ao ver garotos e garotas propaganda felizes com seus brinquedos, roupas e sapatos de grife, quem não tem acesso a tudo isso fica triste. Outro motivo para não deixar as crianças tão expostas à televisão é incentivar a interação com outras crianças, evitar o consumo de refrigerantes, salgadinhos e a obesidade.

Se o seu filho tem celular e usa aplicativos de texto, cuidado com as mensagens. Colegas podem usar este meio para se vangloriar dos presentes. Quando visualizar mensagens com este teor e notar que a criança está estranha, converse com ela. Você precisa mostrar que bens materiais não são as coisas mais importantes do mundo.

A pesquisadora holandesa Suzanna J. Opree ressalta que “o materialismo infantil diminui a satisfação com a vida na fase adulta”. Os presentes que a criança ganha hoje por tirar boas notas e se comportar bem aumentam o vazio.

Estudo realizado na Austrália para o Queen Elizabeth Medical Centre constatou que crianças materialistas são mais propensas à depressão. A pediatra Helen Street liderou uma pesquisa com 402 crianças australianas, entre 9 e 12 anos. Elas revelaram que bom relacionamento com família e amigos, além de sentir-se bem com elas mesmas são elementos importantes para a felicidade. Entretanto, aproximadamente 12% afirmaram que ter muito dinheiro é fundamental. Street e sua equipe identificaram 16 crianças com sintomas depressivos. As crianças com risco de ter depressão na fase adulta eram 112.

Dinheiro compra joias, roupas e sapatos de grife, carros e imóveis. Caráter, amizade e amor não estão à venda. O que realmente importa é conquistado. Usar bens materiais para preencher um coração vazio é perda de tempo. A princípio, o luxo, a badalação e o poder movimentam a vida, mas, ao colocar a cabeça no travesseiro a solidão retorna.

Falta pouco para o Natal. Infelizmente, a celebração virou sinônimo de consumismo e comilança. Senhores pais, por favor, sigam essa lista:

• Não compre presentes, esteja presente.

• Enviar presentes? Respeito, afeto, carinho, zelo.

• Embrulhar presentes? Não, embrulhe alguém em um abraço.

• Montar árvore de Natal? Sim, mas, monte corações partidos.

• Fazer toneladas de comida? Não, faça um pouco a mais e doe.

• Pode ver as decorações de Natal espalhadas pela cidade. Mas, seja a luz para seu filho

Para resumir tudo isso: amor não se compra!

Fonte: eusemfronteiras.com.br

A tigela de brócolis

#momentoParabólico

Uma garotinha foi convidada para almoçar na casa de uma coleguinha da escola. Chegando lá, entre os pratos tinha uma linda tigela de brócolis. A mãe da colega perguntou:

– Você gosta de brócolis?

Educadamente a garotinha respondeu: “- Sim, amo brócolis!”

Logo em seguida quando a tigela do brócolis passava de mão em mão ela declinou de pegar um pedacinho que fosse. Ao ver isso a mãe da coleguinha disse: – Você não falou que amava brócolis? A garotinha respondeu docemente:

– Sim! Mas não o suficiente para comê-los!

Interessante, não é? Temos facilidade de usar a palavra amor e aplicar ela no abstrato porém, quando trazemos pra realidade não queremos nos aproximar pois sabemos que o amor nos convoca à abnegação.

E aí, você ama sua família? Você ama a Deus?

#JesusSuficiente

#PastoraisAprisco

1 João 3:18

Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.

#OficinadeFamíliaAprisco

Encurtando a distância

Como filhos de Deus aceitamos a palavra de Deus e a sua autoridade sobre nossas vidas. Isso não quer dizer que a velha criatura com seu espírito de rebelde não continue gritando dentro de nós querendo nos puxar ao inferno da rebelião onde o “si mesmo” é o centro.

João 17:17

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

João 5:39

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.

Tiago 4:6

Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

Deus resiste ao soberbo e dá graça ao humilde. Ele nos amou, nos criou, sabe o que é melhor pra nós e nos deixou sua palavra e seus mandamentos arraigados no amor. Não são apenas dicas mas sim mandamentos a serem assumidos e obedecidos por seus filhos. Ele não os imporá por força ou violência porém naturalmente, como toda a vida está conectada nEle, existem frutos bons a serem colhidos da obediência à sua vontade e uma colheita ruim para os desobedientes.

1 João 2:3-4

Ora, sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.

João 14:21

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

Zacarias 4:6

E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos de anjos.

Eis o conflito eminente!

Os caminhos desse mundo provém inteiramente da vontade carnal e desobediente de homens que, ao se rebelar contra todo e qualquer princípio de autoridade, vivem escravos de seus próprios desejos e vontades. Passo-a-passo vão legitimando a iniquidade e reconstruindo a torre de Babel.

Enquanto isso, o Senhor de toda a terra continua sendo quem é: perfeito em sua glória e caráter, amoroso e paciente para conduzir cada um ao arrependimento e à reconciliação até que o juízo venha e traga à tona o que é justo e reto diante do qual, se não fosse a misericórdia pelo sangue de Jesus, estaríamos todos condenados.

Deus se revela pela ordem das coisas criadas, pelos profetas e suas sagradas escrituras e finalmente em Jesus. Ao observarmos isso, vemos como o Senhor está totalmente contra o modo de que homens lidam de forma dominadora e repressora das mulheres bem como está contra também à iniciativa cultural de negar toda ordem e princípios de autoridade na família , na igreja e na sociedade.

Não é necessário ser um observador muito apurado para ver como esse mundo está de fato indo atrás de algo que considera valioso porém, que se opõe claramente à vontade de Deus expressa nas escrituras e encarnadas em Jesus. A aproximação e devoção pela cultura humana nos distanciará do conhecimento e entendimento da vontade de Deus até o ponto em que cinicamente defendamos nossa vontade como sendo a de Deus, sendo nós mesmos o nosso próprio deus.

Isaías 55:7-9

Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.

Que o Nosso Pai nos ajude, nos purifique e por sua graça encurte a distância entre Seus caminhos e os nossos , entre sus pensamentos e os nossos.

#oficinadefamíliaAprisco

#PastoraisAPRISCO

#JesusSuficiente

As três Marias

Aproveitando a proximidade do dia da mulher (dia das mães), trago um breve comentário sobre as três Marias do novo testamento e o que nós, tanto homens como mulheres devemos imitar nestas mulheres maravilhosas.

Como diria o poeta contemporâneo: “… Maria, Maria é um dom… uma força que nos alerta…”

A primeira Maria que trago é a mais bem aventurada entre todas as mulheres, Maria mãe de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo conforme Lucas 1. Sem sombra de dúvida algumas características especiais ela tinha, ainda que uma garota comum em sua época, que atraíram os olhos de Deus para escolhê-la dentre as outras. A primeira característica de Maria era a sua virgindade, o que não só revela a sua santidade ao Senhor e pureza mas sobretudo a sua determinação em honrar e guardar algo precioso para o momento certo. Muitas mulheres tem se entregado facilmente nos nossos dias por qualquer preço, sem saber que estão com isso construindo um caráter deformado que não sabe dar valor ao que é importante e leva a uma vida fútil e rasa. A segunda característica de Maria é seu desprendimento em fazer a vontade de Deus e ser usada por Ele. Ela abriu mão de seus planos de casamento que tinha com José e assumiu um desafio perigoso que poderia custar até mesmo sua reputação diante da sociedade. Já pensou o que é chegar por aí dizendo: Estou grávida de Deus? Obvio que pra muitos o bochicho era que ela tinha adiantado as coisas e ficado grávida de José. Quantos de nós temos esse desprendimento de abrir mão dos nossos planos para atender o plano de Deus?

A segunda Maria é a irmã de Marta e de Lázaro, a quem Jesus ressuscitou. A passagem bíblica que está em Lucas 10 faz uma comparação entre Marta, que ao receber Jesus em sua casa, se ocupou nas diversas atividades domésticas e se irritou porque Maria, ao ver o mestre, assentou-se e parou tudo o que estava fazendo para ouvir. Jesus aprovou o comportamento de Maria o que nos leva a crer que tantas quantas forem as nossas ocupações diárias, o melhor é estar na presença de Jesus e que temos que jogar nossa agenda pra cima quando Jesus nos chama. A mesma Maria demonstra esse caráter que ela tinha em João 12, quando ela pega um perfume muito caro que ela tinha, lava os pés de Jesus e depois o enxuga com seus próprios cabelos. Essa foi uma atitude fantasticamente irreverente e arrasadora contra os domínios do materialismo e da estética. Temos sim que andar lindos, em forma e possuir o melhor desta terra mas, se não for para Cristo, de nada serve.

A terceira Maria é a de Magdala, ou Maria Madalena, da qual Jesus expulsou sete demônios. Por que nós sempre a caracterizamos assim? Essa foi a mulher que abraçou mesmo a nova vida que Cristo podia proporcionar. Saiu de prostituta, a discípula das mais devotas do mestre. Nos diversos textos do novo testamento, vemos ela servindo a Jesus com seus bens, acompanhou Jesus em todos os momentos até os mais difíceis como o da crucificação e o sepultamento. Foi a primeira a chegar ao sepulcro ao terceiro dia e Aleluiaaaa… a primeirinha a encontrar com Jesus ressuscitado. Estamos também dispostos a largar a vida de pecados, de distância de Jesus e aceitá-lo em nossa vida como Senhor e Salvador? Não importa qual seja a nossa situação Jesus, pode mudar a nossa vida pra sempre. Renda-se.

Todos nós, mulheres, homens, sejamos como estas três Marias, um exemplo para nossa geração e para as gerações futuras, tendo essa estranha mania de ter fé em Cristo e na vida.

Em Cristo, o restaurador da verdadeira dignidade das mulheres,
Alex Barreto Cosmo
Pastor do Aprisco

em 08/03/2008

Confiar

Hoje por sugestão de um dos professores de Maria, assistimos o filme Confiar na Netflix . Um filme muito importante na exposição do tema da pedofilia e abuso infantil pelos chats, jogos online e redes sociais . Recomendamos aos pais e adolescentes com urgência!


Título: Confiar (Trust)

Elenco: Brandon Molale, Catherine Keener, Clive Owen, Jason Clarke, Jordan Trovillion, Liana Liberato, Nicole Forester, Noah Crawford, Noah Emmerich, Viola Davis.

Sinopse: Uma família passa por problemas depois que a filha de 14 anos conhece seu primeiro namorado pela internet. Annie é uma jovem de 14 anos conhece um garoto em um bate-papo na internet, e logo se apaixona por ele. O problema é que, na verdade, o garoto é um homem muito mais velho, que a atrai para um encontro e esse encontro muda para sempre a família.
Veja o Trailer 

Confira “Confiar” na Netflix

O egoísmo e a família 

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 1 Coríntios 13:4-7

Vivemos hoje em um mundo onde o hedonismo (prazer pessoal como bem supremo) e o narcisismo (amor idolátrico pela própria imagem), são estimulados em todos os níveis pra girar a máquina desse sistema maligno operante. As realizações, interesses, prazeres e desejos pessoais vêm antes das relações familiares, antes do desejo e vontade de Deus. Deus, o criador e pai que deveria se visto como o o restaurador da vida e o único capaz de nos salvar de nós mesmos, é colocado como o estraga prazeres da vida, que tudo proíbe. O casamento, maternidade, paternidade e a vida de família são vistos como impedimentos, pois exigem sacrifícios, e são como deixar de aproveitar a vida.

A vida em família é um instrumento poderoso de Deus para nós levar a vencer este egoísmo e crescer no amor. Como temos dito, ao instituir a família, Deus usou o modelo de sua própria imagem na trindade santa. Se queremos ver o exemplo magno desse amor e dessa cooperação perfeita precisamos olhar pra a trindade em toda a sagrada escritura, principalmente no que vemos refletido em Cristo Jesus pelos evangelhos que retratam sua relação com o Pai e o Espírito Santo. 

E qual é a característica do amor na Trindade? Na relação da Trindade uma Pessoa se doa totalmente à Outra. O Pai, o Filho e o Espírito Santo doam-se em plena comunhão entre si . Se olharmos a vida de Jesus poderíamos resumir em amor que doou a si mesmo. Assim Ele ama a Igreja, dando Sua vida por ela. Esse exemplo é citado por Paulo em Efésios 5:25
“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,…” trazendo o mesmo modelo de amor ao contexto familiar. 

Sempre estamos inclinados a nos vermos como as vítimas do egoísmo em vez de culpados. Como uma esposa infeliz dizendo: “Meu marido não mostra nenhum interesse no que eu faço. Tudo que importa a ele é o que ele faz naquele lugar – seja lá onde é – que ele trabalha!” Tal atitude pode descrever-nos mais do que nós queremos admitir. Como o povo de Deus, nós não somos ignorantes a respeito dos dispositivos de Satanás (2 Coríntios 2:11), de como o pecado é enganoso, nem de seu poder cegante. Por isso, por mais remoto e improvável que possa parecer, nós devemos ver a possibilidade de egoísmo nas nossas próprias vidas! Como o filho pródigo, cada um de nós deve cair em si para superar a si mesmo (Lucas 15:17). Como Paulo disse, “Examinai-vos a vós mesmos…” (2 Coríntios 13:5), teste seus motivos com honestidade absoluta pois ninguém pode lidar com um problema que não admita que tenha.

Negar a si mesmo é uma das primeiras lições a ser aprendida pelo seguidor de Cristo (Mateus 16:24). Nada é mais fundamental para a obediência e justiça. Sem isso, nenhum homem pode verdadeiramente amar sua esposa como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25). Como o amor de Cristo sacrificou a si mesmo para a igreja, assim deve ser o amor do marido para sua esposa. É um amor que dá sem egoísmo. Sem isso, as esposas não podem ser submissas a seus maridos, assim com ao Senhor (v 22). O mesmo espírito que leva à submissão ao Senhor deve levar à submissão entre o marido e a esposa. Ser o que o Senhor quer que eu seja significa ser o que devo ser com meu cônjuge. O egoísmo, então, é um pecado contra o homem e Deus e, muitas vezes, contra os filhos.

Criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Efésios 6:4) envolve negar a si. Por exemplo, criar os filhos para o céu leva tempo e energia. O egoísmo rouba esse tempo precioso de muitos filhos e pais. A verdade é que muitos pais mesmo depois de constituir família, vivem somente para si mesmos para manter seus desfrutes ou um status material, deixando de lado a responsabilidade de revelar Cristo através de suas vidas e exemplo diário. Fora isso, estamos ocupados demais, cansados demais, para falar e responder perguntas, para ler a Bíblia, para orar com eles, para levá-los aos cultos, desligar os dispositivos eletrônicos e assentarem-se em família no nome de Jesus. 

Depois de tantas ocupações “importantes” e a sensação de ter de compensar as ausências, os pais não querem criar nenhum desgaste com os filhos no pouco tempo que resta. Assim, enchem os filhos de gratificações ocupações e entretenimento, evitam qualquer conflito para a construção de caráter e acabam moldando os filhos a viverem o mesmo tipo de vida egoísta que estão vivendo, distantes da vida plena e real em Cristo. 

Ainda pior, acho eu, são aqueles filhos que sofrem porque os pais egoístas dividem e abandonam o lar em vez de negar a si. É quase inimaginável que algumas pessoas negociariam sua boa família pelo prazer próprio; por uma garrafa, por um amante, pelos “bons momentos” muitas vezes escondidos por trás do argumento: “preciso ser feliz”. No entanto, continua a acontecer, até em alguns que alegam ser cristãos. Dessa forma, e de outras até ainda mais sutis, o egoísmo é um grande destruidor de lares. 

Que Deus possa nos ajudar a removê-lo das nossas vidas. Que possamos olhar para Jesus e sermos iluminados.

Alex Cosmo, novembro de 2016

#OficinadaFamíliaAprisco

Não gosto de crianças!

 Ilustração : Tiro. por Alex
 Já vi algumas pessoas dizerem exatamente como esse relato dessa pessoa que colhi da internet:

“- Não gosto de crianças! Isso mesmo, não gosto! Não se sintam com raiva de mim ou outro sentimento ruim, por que eu não vou maltratar ou xingar ou cometer qualquer outra maldade com crianças. Longe de mim, eu sou uma pessoa boa. Mas eu realmente não gosto de crianças, não tenho muita paciência. Não gosto dos mi mi mi delas, do choro, não gosto. E não, eu não quero ter filhos. Nunca quis ter.”

Talvez por gostarmos de crianças, posições assim sempre nos causaram muito espanto mas ultimamente, temos visto aumentar a quantidade de pessoas que ecoam esse mesmo posicionamento. 

Isso nos leva a uma série de questões tipo: – Seria isso “bom, correto e normal”? – Seria isso uma posição a ser admitida como coerente com a vida humana? – Deve-se combater um sentimento assim dentro de nós ou simplesmente “nos aceitar” assim? -Devem os campos do prazer individual, dos gostos e preferências pessoais  se tornarem os mais influentes no modo como construímos a vida e tomamos decisões? 

Uma declaração assim pode esconder raízes mais profundas e expor um modelo de vida que se pretende viver. A quantidade de homens e mulheres que apesar de gerar não assumiram de fato a dedicação sacrificial de vida para casarem-se e/ou criar seus filhos é enorme.  A convivência com uma criança desperta em homens e ainda mais nas mulheres traços profundos da ordem criacional no que diz respeito a paternidade e maternidade. Crianças despertam os instintos de proteção e cuidado. O choro delas nos atravessa de um lado a outro como prioridade a atender. Crianças apelam para nossa maturidade emocional, para nossa paciência e tolerância. Crianças nos arrancam, querendo nós ou não de uma vida centrada em nós mesmos exigindo dedicação. Crianças exigem mais de nós do que podem nos oferecer no complicado jogo dos interesses desse mundo caído. Ou seja, confronta demais o modelo do viver só para si. Jesus disse: – Deixem vir a mim as criancinhas e não as impeçam…

Salvos por Cristo hoje tentamos seguí-lo. Falhamos muito mas Ele sempre nos levanta. Consideramos sua a pessoa , seu caráter e sua palavra como elementos pelos quais procuramos, com ajuda do seu Espírito que habita em nós, viver e balisar nossa vida, julgar nossos pensamentos, emoções e atitudes avaliando se estamos num caminho certo ou não. Essa reflexão surgiu de uma leitura do evangelho: 

“Levantou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior. Mas Jesus, sabendo o que se lhes passava no coração, tomou uma criança, colocou-a junto a si e lhes disse: Quem receber esta criança em meu nome a mim me recebe; e quem receber a mim recebe aquele que me enviou; porque aquele que entre vós for o menor de todos, esse é que é grande.” Lucas 9:46-48

Jesus disse que quem receber uma criança em nome dele a ele recebe. Para quem não entende, quando Jesus diz “em meu nome” significa: como eu faço, nos meus moldes, conforme o meu caráter e minha vontade. Somos extremamente egoístas e orgulhosos em nossa natureza pecaminosa. Esse é o elemento básico que provoca nossa intolerância com uma criança, com o mais fraco, com o que consideramos menor que nós. Nosso desejo de ser grande, de ser maior ou melhor, nossa busca desenfreada pela prioridade  de nossos interesses e de nossa vontade são uma forma corrompida do amor para o qual Deus nos criou. Significa que precisamos nos arrepender e sermos transformados pela renovação do nosso entendimento sobre as coisas conforme a imagem do seu filho Jesus . 

Claro, não podemos esquecer  que existem situações de impedimento do exercício biológico genitor: homens e mulheres estéreis, ou os que foram chamados ao celibato dedicando-se  a  uma causa divina específica, prisioneiros de guerra e vítimas de  castração etc.  Ainda assim nenhum desses casos, deve ser justificativa para que o sentimentos de paternidade ou maternidade e de cuidado afetivo com as crianças não sejam cultivados e estimulados. Seja adotando uma criança, ou exercendo esse amor com crianças que estão no contexto de convivência, sigamos o exemplo do próprio Jesus e o seu amor adotivo. 

Estamos navegando  em meio a ondas ideológicas, filosóficas e religiosas  que provocam e influenciam a vida em sociedade, sem ter necessariamente o compromisso com o bem comum e a vida. Estamos carregados de muitas dessas influências sem percebermos ou sob a capa cultural. “- Não gosto de crianças!” – afirmação que parece simples mas que merece ser questionada sobre sua origem.   Quando palavras assim se multiplicam, podem ser o sinal de sentimentos e comportamentos nocivos, que ao ser reverberados em no meio de um povo, podem se tornar uma prática comum e até uma cultura tradicional como aconteceu em outras comunidades humanas que chegaram a ponto de abertamente exterminar as crianças, os velhos, as mulheres, os deficientes, os de uma etnia, religião etc. Sentimentos assim devem ser vencidos dentro de nós pelo amor que excede e ajusta o gostar. 

Em uma leitura recente que fizemos juntos de um blog , vimos que pesquisas afirmam que:

A negligência é um dos tipos abuso mais comum cometidos para com as crianças. 

Nesses casos os pais são os autores principais e muitas vezes não se dão conta do que fazem, e de que abrem portas pra outros tipos de abuso. A principal consequências desse tipo de abuso é o bloqueio do desenvolvimento cerebral cognitivo da criança. Uma criança, no decorrer de sua infância, precisa de pelo menos um relacionamento estável com um adulto que possa dar a ela a devida atenção, carinho  e dedicação para que tenha resposta às suas questões ou alguém que as encaminhe. 

Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. Provérbios 22:6

Interessante nessa passagem bíblica: no caminho e não o caminho. Uma criança, desde o momento que é concebida no ventre materno, mexerá completamente com a vida e as prioridades de todos,  exigirá dedicação integral de uma mãe, de um pai e a atenção prioritária de quem estiver em volta. É exatamente disso  de que fugimos e temos tanta rejeição: de qualquer coisa que retire nosso prazer, preferências e vontades individuais da escala máxima de prioridade de nossa  vida. 

“- Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus… -Então, disse Maria: Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra. E o anjo se ausentou dela.” Lucas 1.26-38

Cuidados com a privacidade

Dica para os que são #casados mas que também serve aos solteiros.

Caso queiramos evitar problemas e tentações desnecessárias, devemos ser vigilantes a respeito do tempo ocioso e com as situações de privacidade, exclusividade e intimidade seja na vida real com caronas, reuniões, atendimentos, visitas, voyeurismo ou na vida virtual nos telefonemas, chats, whatsapp e redes em geral. Sejam cuidadosos na exposição do corpo mas também na exposição da alma. 

O foro íntimo, privativo e exclusivo de comunhão e deve ser reservado, devotado e desenvolvido com seu cônjuge. Abrir suas intimidades, entrar na vida íntima de outra pessoa, gerar ambiência de privacidade pode ser uma armadilha fatal. 

Você ama seu cônjuge mas tem flertado com situações desse tipo, se expondo desnecessariamente e assumindo um risco de colocar seu casamento e família em jogo. Conselho:  Fuja disso! 

Observe também se não tem deixado seu cônjuge sozinho e isolado deixando lacunas e necessidades, isso pode deixá-lo(a) vulnerável aos ataques. “A alma farta despreza o mel…” Ore e estejam juntos, desenvolvam intimidade e confiança no desnudar da alma e do corpo, pois assim crescerão em comunhão e estarão mais protegidos para encarar os desafios do dia-a-dia. 

#ApriscoCasais

  
2 Samuel 11:1-7

O PECADO DE DAVI E A TRISTEZA PELO PECADO
Um ano depois, na época em que os reis tinham o hábito de sair à guerra, Davi enviou Joabe, seus oficiais e todo o Israel com a missão de eliminar de uma vez por todas os amonitas. Eles cercaram Rabá, mas, dessa vez, Davi permaneceu em Jerusalém.

Certo dia, Davi levantou-se do seu descanso da tarde e foi passear no terraço do palácio. De onde estava, ele viu uma mulher tomando banho, e ela era muito bonita. Davi procurou saber quem era. Alguém disse: “É Bate-Seba, filha de Eliã, mulher do hitita Urias”. Davi ordenou que a trouxessem. Quando a mulher chegou, ele se deitou com ela. Isso aconteceu na época da purificação, depois da menstruação dela. Ela voltou para casa e, algum tempo depois, descobriu que estava grávida.

Bate-Seba mandou o seguinte recado a Davi: “Estou grávida”.

6 problemas de comportamento do seu filho que você não deve ignorar

Artigo interessante da Pais&Filhos de  14.09.2015  

SEIS MAUS COMPORTAMENTOS QUE VOCÊ PODE SER TENTADO A IGNORAR – E COMO COLOCAR UM FIM NELES

1 – Interromper quando você está falando

Por que você não deveria ignorar: Seu filho pode estar incrivelmente empolgado para te contar algo ou fazer uma pergunta, mas permitir que ele entre na sua conversa não o ensina a ser atencioso com as pessoas e se ocupar quando você está ocupada. “Como resultado, ele vai pensar que sempre tem direito a ter a atenção dos outros e não será capaz de lidar com frustrações”, diz o psicólogo Jerry Wyckoff, coautor do livro “Mudando seu Filho do Não para o Sim”, em tradução livre.

Como mudar isso: Da próxima vez em que você estiver prestes a fazer uma ligação ou receber uma visita, conte ao seu filho que ele não deve te interromper. Coloque a criança para fazer uma atividade interessante e a deixe brincar com algum brinquedo que ela goste. Explique que ela não vai conseguir nada do que está pedindo enquanto estiver te interrompendo.
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2- Ser agressivo nas brincadeiras

Por que você não deve ignorar: Você sabe que você tem que entrar em ação quando o seu filho bate em alguém no meio da brincadeira, mas você não deve desconsiderar atos agressivos mais sutis, como empurrar o irmão ou beliscar um amigo. Se você não intervir, comportamentos ásperos podem se tornar um hábito. Além disso, a mensagem que fica é que ferir pessoas é aceitável.

Como mudar isso: Confronte o comportamento agressivo na hora e no local. “Isso machuca. Como você se sentiria se fizessem o mesmo com você?”. Diga a ele que qualquer ação que possa ferir outra pessoa não é permitida. Antes do próximo encontro com os amigos, lembre-o de que ele não deve ser agressivo e ajude-o sobre o que ele deve fazer quando ficar irritado.

3-  Fingir que não está ouvindo

Por que você não deve ignorar: Pedir que seu filho faça algo que ele não quer fazer duas, três ou mesmo quatro vezes, como entrar no carro ou recolher os brinquedos, passa a mensagem de que está tudo bem se ele ignorar você. “Lembrar seu filho várias vezes apenas o treina a esperar pelo próximo aviso em vez de prestar atenção logo na primeira vez”, afirma o psicólogo Kevin Leman, autor de “Mãe de primeira viagem: começando com o pé direito – do nascimento à primeira série”, em tradução livre.

Como mudar isso: Em vez de falar com seu filho do outro lado da sala, vá até ele e diga o que ele precisa fazer. Fale quando ele estiver olhando para você e espere até que ele responda. Pegar na mão dele, chamá-lo pelo nome e deligar a TV também ajudam a conseguir a atenção. Se ele te ignorar mesmo assim, imponha uma consequência que você consiga cumprir.
 Nossa foto no sexto aniversário de Ruth, em Newton, Massachussets USA

4 – Ser independente demais

Por que você não deveria ignorar: Certamente é conveniente quando seu filho pega o próprio lanche ou coloca um DVD para assistir, mas deixar que ele tenha controle das atividades que deveriam ser reguladas por você não ajuda ele a entender que precisa seguir regras. Imagina quando chegar o ponto em que ele vai visitar um amigo sem pedir sua permissão e sem avisar onde está.  

Como mudar isso: Estabeleça um pequeno número de regras da casa e fale sobre elas com frequência. Quando ele fizer algo sem sua permissão, peça e ele para fazer novamente, desta vez perguntando a você.

5- Fazer uma birrinha

Por que você não deveria ignorar: Você pode pensar que seu filho não vai revirar os olhos ou usar um tom arrogante até que seja um pré-adolescente, mas o comportamento audacioso muitas vezes começa quando ele imita as crianças mais velhas para testar a reação dos pais. Algumas pessoas ignoram porque pensam que é apenas uma fase, mas se você não lidar com isso desde cedo, pode ser que mais tarde ele tenha problema de relacionamento com você, com professores e com amigos.

Como mudar isso: Deixe seu filho consciente do próprio comportamento. Diga-lhe, por exemplo: “Quando você revira os olhos, parece que você não gosta do que eu estou dizendo”. A idéia não é fazer com que seu filho se senta mal, mas para mostrar como ele está agindo. Se o comportamento persistir, você pode se recusar a interagir: “Meus ouvidos não ouvem você quando você fala assim comigo. Quando você estiver pronto para falar gentilmente, eu vou ouvir”.

6- Aumentar a verdade

Por que você não deveria ignorar: Pode não parecer grande coisa se seu filho disser que arrumou a cama quando ele mal saiu das cobertas, ou contar a um amigo que já foi a Disney quando nunca entrou em um avião. Mas é importante confrontar qualquer tipo de atitude que não seja honesta. Mentir pode se tornar uma atitude automática se a criança aprende que é um jeito fácil de parecer mais legal, evitar fazer algo que não quer fazer ou evitar problemas por alguma coisa que já fez.

Como mudar isso: Quando ele começar a contar mentirinhas, sente com ele e ajude a definir a história certa. Diga “seria muito divertido irmos a Disney, e talvez possamos ir um dia, mas você não deveria contar a alguém que foi se ainda não foi”. Explique a ele que se ele não disser sempre a verdade, as pessoas não acreditarão mais no que ele diz. Procure descobrir qual é a motivação para ele mentir e se certifique de que ele não alcance este objetivo. Por exemplo, se ele disser que escovou os dentes sem ter escovado, faça com que ele volte e realmente escove.